CORAL GABLES, FL. (WSVN) – Líderes locais devem se manifestar após a entrada de um membro de alto escalão do regime comunista de Cuba nos Estados Unidos.
A controvérsia gira em torno de Manuel Menendez Castellanos, ex-alto funcionário do governo de Fidel Castro, que entrou nos EUA pelo Aeroporto Internacional de Miami (MIA) em 15 de agosto.
Menendez Castellanos tem uma longa história dentro do governo cubano, tendo atuado como membro do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, da Central Operária em 1972 e como Primeiro Secretário do Partido Comunista em Cienfuegos entre 1993 e 2003. Ele também foi deputado na Assembleia Nacional e membro da notória “equipe de coordenação e apoio” de Fidel Castro.
O Instituto Patmos, uma organização de direitos humanos, expressou séria preocupação com esse acontecimento.
“A realidade é que enquanto os repressores cubanos chegam aos Estados Unidos com total impunidade, suas vítimas em Cuba continuam sofrendo os horrores do castrismo como reféns.”
Em um tuíte compartilhado pelo senador Rick Scott, ele destacou o sofrimento contínuo daqueles que ainda estão em Cuba.
“A realidade é que enquanto os repressores cubanos chegam aos Estados Unidos com total impunidade, suas vítimas em Cuba continuam sofrendo os horrores do castrismo como reféns”, dizia o post.
O deputado Carlos Gimenez deve se juntar à Fundação para os Direitos Humanos em Cuba para uma entrevista coletiva na terça-feira para discutir as implicações da presença de Menendez Castellanos nos EUA e chamar a atenção para outros violadores de direitos humanos que podem estar residindo lá.
Na semana passada, legisladores republicanos enviaram uma carta ao Secretário de Estado Antony Blinken e ao Secretário de Segurança Interna Alejandro Mayorkas, solicitando uma avaliação dos procedimentos legais que permitiram que Menendez Castellanos entrasse nos EUA. A carta pede que, se alguma disposição legal for violada, ações apropriadas sejam tomadas para resolver a situação.
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