Casa Nóticias CARRETA DE LULAS E BOULOS TEVE DEFESA AO COMUNISMO, AO ABORTO E À LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS

CARRETA DE LULAS E BOULOS TEVE DEFESA AO COMUNISMO, AO ABORTO E À LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS

por admin
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No último sábado, 5 de outubro de 2024, uma carreata movimentou o coração de São Paulo. O evento, que começou às 11h na emblemática Avenida Paulista, contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do candidato à prefeitura Guilherme Boulos, do PSOL. A carreata seguiu em direção à Praça Roosevelt, passando pela icônica Rua Augusta.

O ato político não se limitou a mostrar apoio aos candidatos; foi também palco para a defesa de pautas consideradas progressistas. Entre os temas destacaram-se o apoio ao comunismo, ao aborto e à liberação das drogas. A manifestação reuniu uma multidão de apoiadores, muitos deles empunhando artigos representativos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), movimentos com os quais Boulos mantém uma forte ligação.

Quais pautas dominaram a manifestação política?

A manifestação também teve a presença de Marta Suplicy, conhecida figura política, agora candidata a vice de Boulos. Durante o evento, ela se apresentou no trio elétrico ao lado dos outros líderes políticos. Vale lembrar que Marta já administrou a cidade de São Paulo de 2001 a 2004, ocupando também cargos como senadora e ministra do Turismo.

Os adesivos, santinhos e cartões distribuídos em grande quantidade mostravam claramente as pautas defendidas. Elaine Do Quilombo Periférico, por exemplo, destacou-se ao distribuir adesivos que promoviam a legalização da maconha. O PSTU, outro partido envolvido, ressaltava o slogan “decidir para não morrer”, em campanha pelo aborto legal e gratuito sem restrições.

Como os partidos se posicionam frente às escolas cívico-militares?

 

Outro ponto de destaque da manifestação foi a oposição à militarização das escolas na cidade de São Paulo. O PCdoB e a União da Juventude Socialista foram enfáticos ao rejeitar o conceito de escolas cívico-militares, um tema que gera polarização. Com o slogan “Escola não é quartel”, eles buscaram alertar contra a possível militarização das instituições educacionais.

  • Pautas progressistas: defesa do comunismo, aborto e liberação das drogas.
  • Participação de movimentos sociais como MST e MTST.
  • Distribuição de adesivos e material gráfico sustentando causas como a legalização da maconha e escolas laicas.

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