NOVA IORQUE (AP) – As autoridades de saúde afirmaram no sábado que confirmaram o primeiro caso nos EUA de uma nova forma de mpox que foi observada pela primeira vez no leste do Congo.
A pessoa viajou para a África Oriental e foi tratada no norte da Califórnia ao retornar, de acordo com o Departamento de Saúde Pública da Califórnia. Os sintomas estão melhorando e o risco para o público é baixo.
A varíola é uma doença rara causada pela infecção por um vírus da mesma família daquele que causa a varíola. É endémico em partes de África, onde as pessoas foram infectadas através de picadas de roedores ou pequenos animais.
No início deste ano, cientistas relataram o surgimento de uma nova forma de mpox em África, que se espalhou através de contacto próximo, incluindo através do sexo.
Mais de 3.100 casos confirmados foram relatados apenas desde o final de setembro, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. A grande maioria deles ocorreu em três países africanos – Burundi, Uganda e República Democrática do Congo.
Desde então, foram notificados casos de viajantes com a nova forma mpox na Alemanha, Índia, Quénia, Suécia, Tailândia, Zimbabué e Reino Unido.
As autoridades de saúde disseram no início deste mês que a situação no Congo parecia estar a estabilizar. Os Centros Africanos de Controlo e Prevenção de Doenças estimaram que o Congo precisa de pelo menos 3 milhões de vacinas mpox para impedir a propagação e de mais 7 milhões de vacinas para o resto de África.
O surto atual é diferente do surto global de mpox de 2022, onde homens gays e bissexuais representaram a grande maioria dos casos.
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