Dezoito meses depois do primeiro tratamento, ela percebeu um caroço no seio. Após exames, foi diagnosticada com sarcoma mieloide, um tumor raro relacionado à leucemia.
“Olhando para a literatura, não há cura para o sarcoma mieloide. No mesmo dia que recebi o diagnóstico, comecei a pesquisar sobre cuidados paliativos e pensei que era o fim da linha. Mas os médicos me perguntaram quanta força eu ainda tinha, e disse a eles: ‘Só estou interessado na cura.’ Eles explicaram que havia uma pequena chance com outro transplante de células-tronco”, contou Ellissa.
Ela passou pelo segundo transplante em 2022, seguido por duas rodadas adicionais de quimioterapia. Contra todas as probabilidades, o tratamento teve sucesso, e agora, cinco anos depois, Ellissa está comemorando sua saúde restaurada.
“Estou com a melhor saúde que já tive. Esse marco de cinco anos é enorme, e me sinto muito sortuda por estar viva. Ter sido paciente mudou a maneira como abordo as pessoas aqui no hostpital”, compartilhou.
A história de Ellissa serve de alerta para que as pessoas não ignorem mudanças repentinas em seus corpos. “Olho para trás e percebo o quão facilmente poderia ter ignorado os sinais. Por favor, ouçam o corpo de vocês, não ignorem os sintomas e perseverem até saber o que está acontecendo”, diz.