A procuradora-geral da Flórida, Ashley Moody, está pedindo que um juiz conclua que Starbucks usou práticas de contratação baseadas em raça.
Em maio, Moody apresentou uma queixa à Comissão de Relações Humanas da Flórida, alegando que a Starbucks tinha políticas que pareciam ser cotas raciais. Mas a comissão ficou do lado da empresa de café. Agora, a Moody está levando o caso à Divisão de Audiências Administrativas do estado, para outro juiz a considerar.
O caso surgiu no momento em que Moody e outros líderes republicanos na Flórida e em todo o país diversidade, equidade e inclusão direcionadas esforços de empresas e em locais como faculdades e universidades.
A denúncia cita um site da Starbucks que incluía a meta de “alcançar a representação de negros, indígenas e pessoas de cor” de pelo menos 30% em todos os níveis corporativos. Também alegou que os executivos tinham remuneração vinculada ao cumprimento desses objetivos do DEI.
A Starbucks disse que as metas eram “aspiracionais” – e não cotas de contratação ilegais – e que a remuneração dos executivos não estava vinculada ao cumprimento das metas, de acordo com um memorando de Alicia Maxwell, especialista em investigação da comissão de relações humanas.
Informações do Serviço de Notícias da Flórida foram utilizadas neste relatório.