O ex-prefeito de Carmolândia, Neurivan Rodrigues de Sousa, informou que os materiais possivelmente se tratam de sucatas de computadores que não tinham conserto. Eles teriam sido arrematados em um leilão organizado pela gestão, mas que não foram buscadas pelos arrematantes. Quanto aos documentos, o ex-gestor afirmou que todos os processos possuem vias físicas e digitais, portanto seria impossível destruir notas fiscais ou processos de pagamentos.
Um boletim de ocorrência por dano ao patrimônio público foi registrado na noite de quinta-feira (2). No documento, o procurador de Carmolândia informou que a nova administração encontrou um lugar com vários documentos e computadores queimados. Segundo ele, os antigos administradores tinham a intenção de “causar prejuízo ao governo municipal” e se “livrar de provas que pudessem eventualmente comprometê-los”.
O promotor ainda relatou, no boletim, que vários objetos foram parcialmente queimados e que no dia algumas pessoas chegaram a monitorar o local para tentar “terminar o serviço”.