O presidente Joe Biden estendeu sua autoridade de perdão presidencial, concedendo clemência não apenas a seu filho Hunter, mas também a outros membros da família Biden. Os beneficiários incluem James B. Biden, Sara Biden, Valerie Biden, John Owens e Francis Biden, marcando uma decisão que adiciona um novo capítulo à discussão sobre o uso do poder presidencial e a integridade do sistema judicial americano.
Após o perdão a Hunter Biden por acusações relacionadas a posse de armas e evasão fiscal, Biden expandiu sua clemência a outros familiares. James B. Biden, irmão do presidente, foi perdoado por violações fiscais menores. Sara Biden, esposa de James, recebeu perdão por infrações de trânsito. Valerie Biden, irmã de Joe, foi agraciada por questões relacionadas a tributação. John Owens, cunhado de Biden, e Francis Biden, primo, também receberam perdões por infrações diversas, que incluem questões financeiras e de trânsito.
Esta decisão foi recebida com críticas acaloradas por parte dos republicanos, que acusam Biden de nepotismo e abuso de poder. Figuras como o senador Marco Rubio expressaram preocupação com a percepção de justiça seletiva. Entre os democratas, há uma divisão, com alguns defendendo o ato como um gesto de compaixão familiar, enquanto outros temem o impacto sobre a integridade da presidência.
Legalmente, esses perdões apagam qualquer possibilidade de punição futura pelos crimes mencionados. Socialmente, a ação pode reforçar a percepção de um sistema judicial que favorece os poderosos ou conectados. Biden justificou sua decisão citando a intenção de “curar feridas familiares” e destacando que as infrações eram de menor gravidade.