Casa Nóticias A Estratégia de Trump que desestabilizou o BRICS em menos de 30 dias de mandato

A Estratégia de Trump que desestabilizou o BRICS em menos de 30 dias de mandato

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A atual política externa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode ser interpretada como “estabanada” mas na verdade é um plano cuidadosamente calculado para desmantelar a coesão do grupo BRICS. Não se iluda, cada movimento de Trump na arena internacional é meticulosamente planejado por sua equipe.

*Aproximação com a Rússia:* Trump demonstra uma tendência em beneficiar a Rússia no conflito com a Ucrânia, o que pode ser uma estratégia para ganhar concessões estratégicas. A economia dos EUA poderia se beneficiar significativamente com o fim dos conflitos no Leste Europeu. Se a Europa continuar a guerra, enfrentará sérios problemas financeiros, posicionando Trump em vantagem. Em troca, a Rússia poderia, por exemplo, facilitar o controle americano sobre a Venezuela, um movimento que seria vantajoso para os EUA em termos de influência regional e recursos naturais. Além disso, a Rússia poderia se afastar das iniciativas do Brasil, lideradas por Lula, para criar uma moeda alternativa ao dólar, fortalecendo ainda mais a posição financeira dos EUA. Trump alega ter feito o possível para acabar com a guerra, enquanto pinta a Ucrânia e a Europa como partes intransigentes.

*Avanço sobre a Índia:* Outra jogada significativa é o fortalecimento das relações com a Índia. Investimentos massivos no país sob a liderança do Primeiro-Ministro Narendra Modi não só visam o crescimento econômico, mas também servem como um contrapeso ao poder da China dentro do BRICS.

*Pressão sobre a África do Sul:* Retaliações contra a África do Sul por políticas consideradas racistas são um ponto de pressão. Isso coloca o país em uma posição defensiva, enfraquecendo sua participação e influência no grupo.

*Impacto no Brasil:* A primeira letra do acrônimo BRICS, o Brasil, ainda não sentiu plenamente a força das retaliações dos EUA quando seus interesses são desafiados. Trump aproveita essa vulnerabilidade para minar a coesão do grupo, especialmente se o Brasil não se alinhar com os objetivos estratégicos dos EUA.

E por fim, o que Biden não cuidou em relação a China deixando o país asiático livre para avançar na geopolítica mundial, será totalmente diferente com Trump que vai criar muitas barreiras para que os chineses patinem principalmente na economia tentando remediar os calços que os EUA vão implantar, nada que derruba o gigante chinês mas com certeza vai impor um freio ao país.

Por Júnior Melo



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