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O erro ocorreu porque, entre 2002 e 2009, o INSS calculava os benefícios com base na média de 100% de todas as contribuições do segurado. No entanto, a regra correta, estabelecida pela Justiça, determinou que os 20% menores recolhimentos previdenciários deveriam ser desconsiderados para melhorar o valor final do benefício. Isso fez com que muitos segurados tivessem direito a valores maiores do que os pagos na época.