O influenciador e youtuber Bruno Monteiro Ayub, o Monark, afirmou há pouco, em entrevista ao programa ALive, que a tentativa de controle do “discurso público” é algo que ultrapassa o Brasil, sendo orquestrado por um “grupo internacional” que atinge até mesmo os Estados Unidos e o Reino Unido.
Monark disse que decidiu sair dos EUA e voltar ao Brasil depois que percebeu que a briga contra a censura e pela liberdade de expressão é “global”: “[…] O Brasil é o país onde eu nasci, cresci e aqui eu consigo fazer as coisas. Consigo fazer o meu podcast, consigo participar do podcast das outras pessoas. Eu tenho uma comunidade”.
O influenciador também afirmou que a única forma de ficar “independente” das “big techs” é criando seu próprio site, já que existe uma “militância” dentro de plataformas como o YouTube.
Ayub comentou ainda sobre o apoio que recebeu de parlamentares brasileiros, destacando que recebeu “bastante” apoio de Rui Costa Pimenta, que é presidente do PCO, e do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), mas “acho que para por aí”.
Monark também falou que, caso tenha que catalogar seu pensamento político “de alguma forma”, seria o anarquismo. De acordo com o youtuber, ele diz que esse é o modelo que mais se enquadra à sua visão, “mas não que eu tenha um ódio do Estado, e eu acredito que em hipótese alguma ele deva existir, eu acredito até que o Estado vai existir invariavelmente, dentro de qualquer sociedade com muitas pessoas, né, eu acho que é um destino natural de uma sociedade”.
Ele destacou que a população “deve sempre manter o Estado em xeque”: “Porque um Estado que cresce muito acaba virando ele próprio um objetivo em si mesmo, e a população vai perdendo destaque, e aí as pessoas que estão no Estado começam a fortalecer o Estado contra a população”.
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