{"id":114232,"date":"2025-03-27T01:09:04","date_gmt":"2025-03-27T01:09:04","guid":{"rendered":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/2025\/03\/27\/hacker-do-df-e-preso-por-suspeita-de-vender-informacoes-governamentais\/"},"modified":"2025-03-27T01:09:05","modified_gmt":"2025-03-27T01:09:05","slug":"hacker-do-df-e-preso-por-suspeita-de-vender-informacoes-governamentais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/2025\/03\/27\/hacker-do-df-e-preso-por-suspeita-de-vender-informacoes-governamentais\/","title":{"rendered":"Hacker do DF \u00e9 preso por suspeita de vender informa\u00e7\u00f5es governamentais"},"content":{"rendered":"<p> <script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8864793242727901\"\r\n     crossorigin=\"anonymous\"><\/script><br \/>\n<\/p>\n<div id=\"taboola-read-more\" style=\"display:block; width:100%\">\n<p>Uma organiza\u00e7\u00e3o criminosa respons\u00e1vel pela venda de dados vazados por meio da plataforma \u201cMaxBuscas\u201d foi alvo de mais uma opera\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Civil do Distrito Federal (PCDF). Denominada DarkCode, a a\u00e7\u00e3o, realizada por meio da Delegacia Especial de Repress\u00e3o aos Crimes Cibern\u00e9ticos (DRCC), a qual integra o Departamento de Combate \u00e0 Corrup\u00e7\u00e3o e ao Crime Organizado, prendeu um dos l\u00edderes do grupo, um homem de 22 anos, conhecido no submundo digital pelo codinome \u201cCODE\u201d.\n<\/p>\n<p>De acordo com a PCDF, o hacker era respons\u00e1vel pelo desenvolvimento de aplicativos que permitiam invas\u00f5es em sistemas governamentais. Ele foi preso temporariamente, na cidade de Tr\u00eas Passos, no Rio Grande do Sul (RS), onde os policiais tamb\u00e9m apreenderam computadores, aparelhos celulares e grande quantia em dinheiro. Por determina\u00e7\u00e3o judicial, o homem tamb\u00e9m teve seu ve\u00edculo confiscado e suas contas banc\u00e1rias foram bloqueadas.<\/p>\n<p>Ele responder\u00e1 pelos crimes de organiza\u00e7\u00e3o criminosa, lavagem de dinheiro, recepta\u00e7\u00e3o qualificada e invas\u00e3o de dispositivo inform\u00e1tico. Considerando a soma das penas m\u00e1ximas previstas para esses crimes, o investigado pode enfrentar at\u00e9 24 anos de reclus\u00e3o, al\u00e9m de multa.\n<\/p>\n<p><strong>Plataforma criminosa<\/strong><br \/>Segundo as investiga\u00e7\u00f5es, o grupo operava um sofisticado esquema por meio da plataforma denominada \u201cMaxBuscas\u201d, que disponibilizava mais de 70 pain\u00e9is de pesquisa contendo dados sigilosos de pessoas f\u00edsicas e jur\u00eddicas. \u201cCODE\u201d, preso nesta fase, era o principal desenvolvedor dos aplicativos ilegais que automatizavam o processo de invas\u00e3o e extra\u00e7\u00e3o de dados de sistemas governamentais protegidos. Os aplicativos eram projetados especificamente para burlar mecanismos de seguran\u00e7a e operar nas sombras da internet, dificultando o rastreamento pelas autoridades.\n<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o criminosa possu\u00eda uma estrutura hierarquizada que inclu\u00eda administradores, fornecedores, revendedores, prepostos e clientes. A plataforma dava acesso ilegal a bancos de dados de diversos \u00f3rg\u00e3os governamentais, comprometendo a seguran\u00e7a das informa\u00e7\u00f5es e expondo dados sens\u00edveis de cidad\u00e3os.\n<\/p>\n<p><strong>Presos na praia<\/strong><br \/>Esta foi a segunda fase da opera\u00e7\u00e3o. Na primeira, denominada Darkspot, foram cumpridos mandados de pris\u00e3o tempor\u00e1ria contra outras tr\u00eas pessoas nos estados do Rio Grande do Sul (RS), Rio de Janeiro (RJ) e Santa Catarina (SC). Segundo a pol\u00edcia, os administradores da plataforma ilegal foram localizados e presos em uma praia privativa no litoral de SC, onde mantinham um padr\u00e3o de vida incompat\u00edvel com a renda declarada.\n<\/p>\n<p>Durante a primeira parte da investiga\u00e7\u00e3o, foram apreendidos equipamentos eletr\u00f4nicos, documentos e ve\u00edculos de luxo, al\u00e9m do bloqueio de contas banc\u00e1rias e ativos financeiros dos investigados. A Justi\u00e7a tamb\u00e9m determinou a suspens\u00e3o da plataforma e o bloqueio dos dom\u00ednios relacionados.\n<\/p>\n<p><strong>Apreens\u00f5es<\/strong><br \/>Ao longo das duas fases da opera\u00e7\u00e3o, foram apreendidos dois ve\u00edculos de alto valor, uma casa de luxo e ativos financeiros totalizando um montante que supera R$ 2 milh\u00f5es. A DRCC adotou como estrat\u00e9gica asfixiar as fontes de financiamento dos grupos criminosos, descapitalizando patrimonialmente as organiza\u00e7\u00f5es criminosas, no sentido de estanc\u00e1-las, atingindo, sobretudo, o epicentro de sua sustenta\u00e7\u00e3o financeira.\n<\/p>\n<p>\u201cA aus\u00eancia de capacidade financeira do grupo criminoso, aliada \u00e0 responsabiliza\u00e7\u00e3o criminal de seus principais l\u00edderes, s\u00e3o fatores que trazem uma maior efic\u00e1cia no combate ao crime organizado\u201d, afirmou a PCDF.\n<\/p>\n<p><strong>Combate ao crime<\/strong><br \/>A DRCC informou que o combate de plataformas ilegais, as quais s\u00e3o respons\u00e1veis pelo repasse de dados pessoais de in\u00fameras pessoas e, at\u00e9 mesmo, de dados sigilosos de sistemas governamentais, \u00e9, hoje, um de seus focos. Segundo a delegacia, \u00e9 por meio do f\u00e1cil acesso aos dados que as organiza\u00e7\u00f5es criminosas passam a praticar diversos crimes, como estelionatos e extors\u00f5es. Alguns exemplos s\u00e3o os golpes da central falsa central de banco e perfil falso de whatsapp.\n<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o contou com o apoio da Dire\u00e7\u00e3o de Repress\u00e3o aos Crimes Cibern\u00e9ticos da Pol\u00edcia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS).\n<\/p>\n<p>\u00a0Fonte: Metr\u00f3poles              <\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/diariodobrasilnoticias.com.br\/noticia\/hacker-do-df-e-preso-por-suspeita-de-vender-informacoes-governamentais-67e47f242279b\">Source link <\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma organiza\u00e7\u00e3o criminosa respons\u00e1vel pela venda de dados vazados por meio da plataforma \u201cMaxBuscas\u201d foi alvo de mais uma opera\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Civil do Distrito Federal (PCDF). 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