{"id":44167,"date":"2024-10-02T18:07:34","date_gmt":"2024-10-02T18:07:34","guid":{"rendered":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/2024\/10\/02\/principais-capitais-registram-inflacao-acima-da-media-veja-onde-os-precos-aumentaram-mais\/"},"modified":"2024-10-02T18:07:35","modified_gmt":"2024-10-02T18:07:35","slug":"principais-capitais-registram-inflacao-acima-da-media-veja-onde-os-precos-aumentaram-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/2024\/10\/02\/principais-capitais-registram-inflacao-acima-da-media-veja-onde-os-precos-aumentaram-mais\/","title":{"rendered":"Principais capitais registram infla\u00e7\u00e3o acima da m\u00e9dia; veja onde os pre\u00e7os aumentaram mais"},"content":{"rendered":"<p> <script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8864793242727901\"\r\n     crossorigin=\"anonymous\"><\/script><br \/>\n<\/p>\n<div id=\"taboola-read-more\" style=\"display:block; width:100%\">\n<p>As cidades mais populosas do pa\u00eds est\u00e3o sendo as mais afetadas pela alta dos pre\u00e7os. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) mostram que, no acumulado dos 12 meses encerrados em agosto, a infla\u00e7\u00e3o medida pelo IPCA, o indicador oficial, foi de 4,24%. Quatro das seis maiores cidades do Brasil registraram taxas superiores: Belo Horizonte (5,89%), S\u00e3o Paulo (4,61%), Bras\u00edlia (4,53%) e Fortaleza (4,25%).\n<\/p>\n<p>Infla\u00e7\u00e3o acumulada em 12 meses em algumas das principais cidades brasileiras (fonte: IBGE)<\/p>\n<p>1.\u00b0 Belo Horizonte (MG): 5,89% <br \/>2.\u00b0 S\u00e3o Paulo (SP): 4,61% <br \/>3.\u00b0 Bras\u00edlia (DF): 4,53% <br \/>4.\u00b0 S\u00e3o Lu\u00eds (MA): 4,51% <br \/>5.\u00b0 Campo Grande (MS): 4,33% <br \/>6.\u00b0 Fortaleza (CE): 4,25% <br \/>7.\u00b0 Rio de Janeiro (RJ): 4,24% <br \/>8.\u00b0 Grande Vit\u00f3ria (ES): 4,16% <br \/>9.\u00b0 Bel\u00e9m (PA): 3,87% <br \/>10.\u00b0 Goi\u00e2nia (GO): 3,84% <br \/>11.\u00b0 Rio Branco (AC): 3,82% <br \/>12.\u00b0 Aracaju (SE): 3,76% <br \/>13.\u00b0 Salvador (BA): 3,71% <br \/>14.\u00b0 Porto Alegre (RS): 3,47% <br \/>15.\u00b0 Curitiba (PR): 2,96% <br \/>16.\u00b0 Recife (PE): 2,75%\n<\/p>\n<p>Os transportes foram um dos principais fatores que levaram Belo Horizonte ao topo do ranking de capitais com maior infla\u00e7\u00e3o no per\u00edodo. A alta desse grupo foi de 8,55% em 12 meses, quase 90% acima da m\u00e9dia nacional (4,53%).\n<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, o transporte p\u00fablico na capital mineira ficou, em m\u00e9dia, 8,13% mais caro; as despesas com ve\u00edculos pr\u00f3prios aumentaram 2,86%; e os combust\u00edveis subiram 18,97%. Outros setores que registraram aumentos significativos em Belo Horizonte foram educa\u00e7\u00e3o (6,97%), alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas (6,12%) e sa\u00fade e cuidados pessoais (5,9%).\n<\/p>\n<p>Por outro lado, Recife apresentou infla\u00e7\u00e3o de 2,75%, menos da metade da registrada em Belo Horizonte. As maiores altas na capital pernambucana ocorreram nos setores de sa\u00fade e cuidados pessoais (5,73%), educa\u00e7\u00e3o (5,28%) e despesas pessoais (2,35%).\n<\/p>\n<p>De acordo com Andr\u00e9 Braz, coordenador de \u00edndices de pre\u00e7os do Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV Ibre), fatores culturais, como o tipo de alimenta\u00e7\u00e3o predominante, ajudam a explicar essa disparidade. No Recife, o aumento dos pre\u00e7os de alimentos e bebidas foi de 2,75%, o menor entre as capitais pesquisadas. Nas cidades do Norte e Nordeste, como Bel\u00e9m, a participa\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o no c\u00e1lculo da infla\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda maior, chegando a 26,7%.\n<\/p>\n<p><strong>Despesas com transportes t\u00eam peso maior no or\u00e7amento<\/strong><br \/>Braz ressalta que os gastos com transportes t\u00eam grande relev\u00e2ncia no or\u00e7amento das fam\u00edlias nos grandes centros urbanos. No Brasil, os transportes representam 20,3% do c\u00e1lculo do IPCA, o segundo maior peso, atr\u00e1s apenas de alimentos e bebidas, com 21,8%. Em Bras\u00edlia, por exemplo, os transportes t\u00eam mais peso do que alimentos e bebidas na composi\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o, representando 22,9% contra 17,1%.\n<\/p>\n<p>Infla\u00e7\u00e3o do grupo transportes nos 12 meses encerrados em agosto (fonte: IBGE)\n<\/p>\n<p>1.\u00b0 Belo Horizonte (MG): 8,55% <br \/>2.\u00b0 Campo Grande (MS): 5,92% <br \/>3.\u00b0 Bel\u00e9m (PA): 5,86% <br \/>4.\u00b0 S\u00e3o Lu\u00eds (MA): 5,48% <br \/>5.\u00b0 S\u00e3o Paulo (SP): 5,2% <br \/>6.\u00b0 Porto Alegre (RS): 5,19% <br \/>7.\u00b0 Salvador (BA): 5,12% <br \/>8.\u00b0 Rio Branco (AC): 4,71% <br \/>9.\u00b0 Bras\u00edlia (DF): 4,35% <br \/>10.\u00b0 Grande Vit\u00f3ria (ES): 4,01% <br \/>11.\u00b0 Aracaju (SE): 3,34% <br \/>12.\u00b0 Rio de Janeiro (RJ): 3,11% <br \/>13.\u00b0 Fortaleza (CE): 3,01% <br \/>14.\u00b0 Goi\u00e2nia (GO): 2,24% <br \/>15.\u00b0 Recife (PE): 2,03% <br \/>16.\u00b0 Curitiba (PR): 1,21%\n<\/p>\n<p>Os combust\u00edveis para ve\u00edculos tamb\u00e9m foram respons\u00e1veis pela alta inflacion\u00e1ria em todas as capitais, com um aumento de 8,8% no per\u00edodo. O etanol subiu 10,1% e a gasolina, 8,7%. Dois fatores principais explicam essa alta: mudan\u00e7as na cobran\u00e7a de tributos sobre combust\u00edveis e press\u00f5es no cen\u00e1rio geopol\u00edtico, como a guerra na Ucr\u00e2nia e as tens\u00f5es no Oriente M\u00e9dio.\n<\/p>\n<p><strong>Pontos de aten\u00e7\u00e3o para os pr\u00f3ximos meses<\/strong><br \/>A Suno Research destaca alguns fatores que podem afetar a infla\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos meses. Um deles \u00e9 a press\u00e3o sobre os pre\u00e7os de bens industriais, decorrente da desvaloriza\u00e7\u00e3o do real.\n<\/p>\n<p>Outro ponto de preocupa\u00e7\u00e3o s\u00e3o os pre\u00e7os da energia, que devem subir devido \u00e0 ado\u00e7\u00e3o da bandeira vermelha 2 nas contas de luz, em meio \u00e0 piora da situa\u00e7\u00e3o h\u00eddrica dos reservat\u00f3rios. O governo federal pressiona a Aneel para que use o saldo da conta de bandeiras tarif\u00e1rias para evitar aumentos.\n<\/p>\n<p>O pre\u00e7o dos alimentos tamb\u00e9m preocupa, especialmente as carnes, que podem subir devido \u00e0s queimadas no Sudeste e Centro-Oeste. Ap\u00f3s seis meses consecutivos de queda, eles voltaram a subir em agosto. Outro item que pode ser afetado momentaneamente s\u00e3o os hortifrutigranjeiros.\n<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a economia brasileira apresentou um crescimento de 2,5% em 12 meses at\u00e9 junho, com proje\u00e7\u00f5es de 3% para 2024, o que, embora positivo, pode gerar novas press\u00f5es inflacion\u00e1rias, diz Gustavo Sung, economista-chefe da Suno.\n<\/p>\n<p><strong>Expectativas para a infla\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>A mediana das expectativas para a infla\u00e7\u00e3o para 2024 est\u00e3o em 4,37%, pr\u00f3ximo do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monet\u00e1rio Nacional (4,5%). Para 2025, a previs\u00e3o \u00e9 de 3,97% e, para 2026, de 3,60%. Isso reflete preocupa\u00e7\u00f5es sobre a efic\u00e1cia do controle inflacion\u00e1rio, com poss\u00edveis impactos nas futuras decis\u00f5es do Banco Central, avalia Alex Andrade, CEO da Swiss Capital Invest.\n<\/p>\n<p>Fonte: Gazeta do Povo <\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/diariodobrasilnoticias.com.br\/noticia\/principais-capitais-registram-inflacao-acima-da-media-veja-onde-os-precos-aumentaram-mais-66fd65bae2f4d\">Source link <\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As cidades mais populosas do pa\u00eds est\u00e3o sendo as mais afetadas pela alta dos pre\u00e7os. 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