{"id":49756,"date":"2024-10-19T12:17:14","date_gmt":"2024-10-19T12:17:14","guid":{"rendered":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/2024\/10\/19\/segundo-estudo-a-terra-pode-ja-ter-ultrapassado-7-dos-seus-9-limites-planetarios-entenda-o-que-sao\/"},"modified":"2024-10-19T12:17:15","modified_gmt":"2024-10-19T12:17:15","slug":"segundo-estudo-a-terra-pode-ja-ter-ultrapassado-7-dos-seus-9-limites-planetarios-entenda-o-que-sao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/2024\/10\/19\/segundo-estudo-a-terra-pode-ja-ter-ultrapassado-7-dos-seus-9-limites-planetarios-entenda-o-que-sao\/","title":{"rendered":"Segundo estudo, a Terra pode j\u00e1 ter ultrapassado 7 dos seus 9 limites planet\u00e1rios; entenda o que s\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p> <script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8864793242727901\"\r\n     crossorigin=\"anonymous\"><\/script><br \/>\n<\/p>\n<div id=\"taboola-read-more\" style=\"display:block; width:100%\">\n<p>O mundo pode ter ultrapassado sete de nove limites planet\u00e1rios que podem desencadear cat\u00e1strofes ambientais irrevers\u00edveis. E o aquecimento global tem grande responsabilidade nisso, alertaram cientistas.\n<\/p>\n<p>Ou seja, se n\u00e3o controlarmos o aumento global da temperatura, eventos como o colapso de ecossistemas e desastres clim\u00e1ticos extremos se tornar\u00e3o cada vez mais frequentes (entenda mais abaixo).<\/p>\n<p>A constata\u00e7\u00e3o \u00e9 de um novo estudo, feito por pesquisadores do Instituto Potsdam para Pesquisa sobre o Impacto Clim\u00e1tico (PIK), que analisaram os processos essenciais para a manuten\u00e7\u00e3o do equil\u00edbrio ambiental na Terra.\n<\/p>\n<p>No estudo, foram identificados sete processos que j\u00e1 ultrapassaram n\u00edveis considerados seguros ou est\u00e3o pr\u00f3ximos de ultrapassar, relacionados aos seguintes t\u00f3picos:\n<\/p>\n<p>1- Mudan\u00e7as no uso da terra do planeta: tem a ver com o desmatamento e a convers\u00e3o de ecossistemas naturais em \u00e1reas agr\u00edcolas ou urbanas, que est\u00e3o destruindo habitats e afetando a regula\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica. Seus n\u00edveis seguros j\u00e1 foram ULTRAPASSADOS e atingiram uma zona de ALTO risco. \ud83d\udd34\n<\/p>\n<p>2- Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas: algo diretamente ligado ao aumento da temperatura devido \u00e0 polui\u00e7\u00e3o por gases do efeito estufa, que t\u00eam consequ\u00eancias graves para o planeta. Seus n\u00edveis seguros j\u00e1 foram ULTRAPASSADOS e atingiram uma zona de ALTO risco.\u00a0\n<\/p>\n<p>3- Biodiversidade: tem rela\u00e7\u00e3o com a extin\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias esp\u00e9cies, causada pela degrada\u00e7\u00e3o dos habitats naturais e pela explora\u00e7\u00e3o excessiva dos recursos. Seus n\u00edveis seguros j\u00e1 foram ULTRAPASSADOS e atingiram uma zona de ALTO risco.\u00a0\n<\/p>\n<p>4- Ciclo do nitrog\u00eanio e f\u00f3sforo: est\u00e1 relacionado ao uso excessivo de fertilizantes, que prejudica a qualidade da \u00e1gua e afeta os ecossistemas aqu\u00e1ticos. Seus n\u00edveis seguros j\u00e1 foram ULTRAPASSADOS e atingiram uma zona de ALTO risco.\u00a0\n<\/p>\n<p>5- Uso de \u00e1gua doce: tem a ver com a demanda crescente por \u00e1gua em v\u00e1rias regi\u00f5es, que est\u00e1 se aproximando de n\u00edveis cr\u00edticos. Seus n\u00edveis seguros j\u00e1 foram ULTRAPASSADOS.\u00a0\n<\/p>\n<p>6- Polui\u00e7\u00e3o qu\u00edmica por compostos como micropl\u00e1sticos: diz respeito ao ac\u00famulo de produtos qu\u00edmicos t\u00f3xicos no ambiente, que representa uma amea\u00e7a crescente \u00e0 sa\u00fade humana e \u00e0 biodiversidade. Seus n\u00edveis seguros j\u00e1 foram ULTRAPASSADOS.\u00a0\n<\/p>\n<p>7- Acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos: tem a ver com o aumento de CO\u2082 na atmosfera, que torna os oceanos mais \u00e1cidos, prejudicando a vida marinha e os recifes de corais. Seus n\u00edveis seguros ainda n\u00e3o foram ultrapassados, mas est\u00e3o muito pr\u00f3ximos.\u00a0\n<\/p>\n<p>J\u00e1 os dois processos que ainda N\u00c3O est\u00e3o pr\u00f3ximos de serem ultrapassados s\u00e3o os seguintes:\n<\/p>\n<p>1- Aeross\u00f3is na atmosfera: ou seja, o aumento de part\u00edculas suspensas no ar (como fuligem e poeira), que vem alterando os padr\u00f5es clim\u00e1ticos regionais e afetando a sa\u00fade humana.\u00a0\n<\/p>\n<p>2- Camada de oz\u00f4nio: a degrada\u00e7\u00e3o dessa regi\u00e3o da estratosfera j\u00e1 estava em andamento, mas a\u00e7\u00f5es internacionais ajudaram a proteg\u00ea-la.\u00a0\n<\/p>\n<p>Esses limites planet\u00e1rios foram propostos em 2009 por Johan Rockstr\u00f6m, que \u00e9 o diretor do PIK. Desde ent\u00e3o, pesquisadores t\u00eam trabalhado para identificar e quantificar esses processos, numa forma de chamar aten\u00e7\u00e3o para o a emerg\u00eancia clim\u00e1tica.\n<\/p>\n<p>&#8220;A avalia\u00e7\u00e3o geral \u00e9 que o paciente, o Planeta Terra, est\u00e1 em estado cr\u00edtico. Seis dos nove &#8216;Limites Planet\u00e1rios&#8217; foram ultrapassados, e sete processos apresentam tend\u00eancia de aumento da press\u00e3o. Em breve, a maioria dos par\u00e2metros da &#8216;Verifica\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade Planet\u00e1ria&#8217; estar\u00e1 na zona de alto risco&#8221;, diz Rockstr\u00f6m.<br \/>Abaixo, entenda ponto a ponto por que a preocupa\u00e7\u00e3o com esses 7 sistemas:\n<\/p>\n<p><strong>1. Mudan\u00e7as no uso da terra\u00a0<\/strong>\n<\/p>\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o de paisagens naturais \u00e9 um processo que acontece principalmente atrav\u00e9s do desmatamento e da urbaniza\u00e7\u00e3o, e que tem um efeito profundo nas fun\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas essenciais para a sa\u00fade do nosso planeta.\n<\/p>\n<p>No estudo, os pesquisadores ressaltam que essas mudan\u00e7as n\u00e3o apenas diminuem as \u00e1reas verdes, mas tamb\u00e9m comprometem fun\u00e7\u00f5es vitais que mant\u00eam o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico.\n<\/p>\n<p>Para exemplificar, atualmente, a cobertura florestal global est\u00e1 em torno de 59% do que poderia ser, indicando que estamos abaixo dos n\u00edveis considerados seguros, segundo dados do observat\u00f3rio europeu Copernicus.\n<\/p>\n<p>Em termos pr\u00e1ticos, uma cobertura florestal segura \u00e9 definida perto de 75% da extens\u00e3o original, sendo que 85% \u00e9 a taxa ideal para florestas tropicais (como a Amaz\u00f4nia) e boreais, enquanto florestas temperadas precisam de pelo menos 50%.\n<\/p>\n<p>Entre 2000 e 2018, quase 90% da desfloresta\u00e7\u00e3o direta se deveu \u00e0 expans\u00e3o de terras agr\u00edcolas, com 52,3% dessa perda relacionada ao cultivo de alimentos e 37,5% \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de gado.\n<\/p>\n<p><strong>2. Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u00a0<\/strong>\n<\/p>\n<p>Esse limite da mudan\u00e7a clim\u00e1tica refere-se ao processo que altera o equil\u00edbrio energ\u00e9tico da Terra: o ac\u00famulo de gases de efeito estufa na atmosfera, o que afeta tanto as temperaturas globais quanto os padr\u00f5es clim\u00e1ticos.\n<\/p>\n<p>E em 2024, a quantidade de CO2 da atmosfera est\u00e1 em torno de 422 ppm, bem acima do limite de 350 ppm estabelicido pelo estudo, que leva em conta as metas do Acordo de Paris (veja gr\u00e1fico abaixo).\n<\/p>\n<p>J\u00e1 a chamada for\u00e7a do aquecimento causado pela atividade humana no topo da atmosfera vem superando 2,79 W\/m\u00b2, valor que tamb\u00e9m j\u00e1 est\u00e1 muito acima do que \u00e9 considerado seguro para o clima do nosso planeta.\n<\/p>\n<p>Esse \u00faltimo conceito inclui todas as atividades humanas que afetam o equil\u00edbrio energ\u00e9tico da Terra, n\u00e3o se limitando apenas \u00e0s emiss\u00f5es de CO\u2082. Outras emiss\u00f5es de gases de efeito estufa, como metano e \u00f3xido nitroso, al\u00e9m de aeross\u00f3is e mudan\u00e7as no uso da terra, tamb\u00e9m est\u00e3o inclu\u00eddas na conta.\n<\/p>\n<p>O limite planet\u00e1rio para essa for\u00e7a foi estabelecido em +1,0 W\/m\u00b2 (em rela\u00e7\u00e3o aos n\u00edveis pr\u00e9-industriais). Com o seu aumento, mais energia \u00e9 retida no planeta, elevando as temperaturas na atmosfera, nos oceanos e na terra. Com isso, os impactos do aquecimento resultam em eventos clim\u00e1ticos extremos, como chuvas torrenciais, inunda\u00e7\u00f5es, ondas de calor e secas.\n<\/p>\n<p>&#8220;Os dados mostram que o planeta est\u00e1 sob enorme press\u00e3o. Se n\u00e3o tomarmos medidas imediatas, estaremos acelerando ainda mais a crise clim\u00e1tica e a perda de biodiversidade&#8221;, diz Renata Piazzon, diretora-geral do Instituto Arapya\u00fa, que fez parte de um conselho ligado ao estudo dos limites planet\u00e1rios contribuindo diretamente para o relat\u00f3rio &#8220;Planetary Health Check&#8221;.\n<\/p>\n<p><strong>3. Biodiversidade<\/strong>\n<\/p>\n<p>O termo t\u00e9cnico que os cientistas utilizaram para isso \u00e9 a chamada &#8220;mudan\u00e7a na integridade da biosfera&#8221;, ou seja, as altera\u00e7\u00f5es na sa\u00fade e no funcionamento dos ecossistemas do planeta.\n<\/p>\n<p>Em um relat\u00f3rio que foi publicado em setembro, eles indicam que a maioria das viola\u00e7\u00f5es desses limites acontece em regi\u00f5es onde a terra \u00e9 utilizada intensivamente, como em zonas agr\u00edcolas.\n<\/p>\n<p>Em contraste, \u00e1reas como a Amaz\u00f4nia e a Bacia do Congo, que permanecem naturais ou semi-naturais, n\u00e3o apresentam essas viola\u00e7\u00f5es de forma t\u00e3o clara, ainda segundo o estudo.\n<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 diversidade gen\u00e9tica, ou seja, a diversidade de varia\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas entre os indiv\u00edduos de uma mesma esp\u00e9cie, as taxas de extin\u00e7\u00e3o s\u00e3o preocupantes. O relat\u00f3rio aponta que pelo menos 73 grupos de vertebrados desapareceram nos \u00faltimos 500 anos.\n<\/p>\n<p><strong>4. Ciclo do nitrog\u00eanio e f\u00f3sforo\u00a0<\/strong>\n<\/p>\n<p>Essas s\u00e3o mudan\u00e7as que podem resultar em zonas mortas em ambientes de \u00e1gua doce e no mar. Os chamados fluxos biogeoqu\u00edmicos movimentam elementos essenciais para a vida, como nitrog\u00eanio e f\u00f3sforo, que circulam pelo meio ambiente.\n<\/p>\n<p>Em 2024, por\u00e9m, dados mostram que os fluxos de f\u00f3sforo para os oceanos chegaram a 22,6 Tg P por ano, enquanto a fixa\u00e7\u00e3o de nitrog\u00eanio feita pela ind\u00fastria est\u00e1 em torno de 190 Tg N por ano, n\u00fameros que ultrapassaram limites considerados seguros para esses ciclos de nutrientes.\n<\/p>\n<p>O limite planet\u00e1rio para o fluxo de f\u00f3sforo foi estabelecido no estudo em 11 Tg P por ano, para evitar a eutrofiza\u00e7\u00e3o generalizada (crescimento descontrolado de algas) e a redu\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio nos ambientes aqu\u00e1ticos. J\u00e1 o nitrog\u00eanio teve um limite definido de 62 Tg N anualmente.\n<\/p>\n<p>Tivemos o m\u00eas de agosto mais quente do registro instrumental, mas sabemos tamb\u00e9m que estamos vivendo o per\u00edodo mais quente em cerca de 125 mil anos por causa do aquecimento global antropog\u00eanico. Com isso, estamos alterando os padr\u00f5es do sistema clim\u00e1tico e entre as consequ\u00eancias temos aumento de frequ\u00eancia e intensidade de eventos extremos.<br \/>\u2014 Karina Lima, climatologista e divulgadora cient\u00edfica.\n<\/p>\n<p><strong>5. Uso de \u00e1gua doce\u00a0<\/strong>\n<\/p>\n<p>Os dados mais recentes tamb\u00e9m mostram que as atividades humanas est\u00e3o causando s\u00e9rios problemas nos fluxos de \u00e1gua de rios, lagos e reservat\u00f3rios como len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos. Esses problemas tamb\u00e9m j\u00e1 ultrapassaram os limites seguros estabelecidos no estudo.\n<\/p>\n<p>Segundo o PIK, cerca de 18% da superf\u00edcie da Terra est\u00e1 passando por mudan\u00e7as significativas na \u00e1gua desses corpos, e cerca de 16% est\u00e1 enfrentando n\u00edveis de umidade no solo que n\u00e3o s\u00e3o considerados adequados.\n<\/p>\n<p>&#8220;Ultrapassar os limites da mudan\u00e7a de \u00e1gua doce tem impactos significativos no funcionamento do sistema terrestre e nas sociedades humanas. A interrup\u00e7\u00e3o do ciclo da \u00e1gua amea\u00e7a a sobreviv\u00eancia de ecossistemas inteiros, como a Amaz\u00f4nia, comprometendo a integridade da biosfera e os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos&#8221;, diz um trecho do estudo.\n<\/p>\n<p><strong>6. Polui\u00e7\u00e3o qu\u00edmica por compostos como micropl\u00e1sticos\u00a0<\/strong>\n<\/p>\n<p>Esse processo diz respeito ao aumento da circula\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas sint\u00e9ticas, como micropl\u00e1sticos e materiais radioativos.\n<\/p>\n<p>Entre 2000 e 2017, a produ\u00e7\u00e3o de produtos qu\u00edmicos do tipo vem aumentando continuamente, ainda segundo dados do estudo.\n<\/p>\n<p>E essas subst\u00e2ncias contribuem n\u00e3o s\u00f3 para a polui\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m para o ac\u00famulo biol\u00f3gico e a resist\u00eancia a antibi\u00f3ticos, al\u00e9m de causarem problemas de sa\u00fade, como o c\u00e2ncer.\n<\/p>\n<p>Um estudo recente inclusive encontrou micropl\u00e1sticos no c\u00e9rebro humano. Segundo a pesquisa brasileira, essa \u00e9 a primeira vez que o res\u00edduo \u00e9 encontrado no \u00f3rg\u00e3o e, segundo os especialistas, um sinal de alerta m\u00e1ximo para o risco do uso de pl\u00e1stico na rotina humana.\n<\/p>\n<p><strong>7. Acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos\u00a0<\/strong>\n<\/p>\n<p>A acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos \u00e9 um fen\u00f4meno que se refere ao aumento da acidez das \u00e1guas do mar, causado pela absor\u00e7\u00e3o de CO2 presente na atmosfera. Isso tem impactos diretos nos organismos marinhos que formam estruturas calc\u00e1rias, como corais e moluscos, e, consequentemente, afeta todo o ecossistema marinho.\n<\/p>\n<p>Segundo dados de 2024, o n\u00edvel de satura\u00e7\u00e3o em aragonita global, uma taxa que mede a acidez das \u00e1guas, est\u00e1 em 2,80. Esse valor se encontra dentro da margem segura para o f\u00eanomeno (2,75), mas \u00e9 bastante pr\u00f3ximo do limite.\n<\/p>\n<p>E superar o limite da acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos traz consequ\u00eancias s\u00e9rias para o planeta. Por exemplo, os corais enfrentariam dificuldades na constru\u00e7\u00e3o de seus esqueletos, algo que compromete a estrutura de recifes. Al\u00e9m disso, moluscos e outros organismos com conchas teriam dificuldades para formar suas estruturas, algo que afetaria sua sobreviv\u00eancia e crescimento.\n<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que isso tamb\u00e9m j\u00e1 uma realidade para algumas esp\u00e9cies, como os pter\u00f3podes de altas latitudes, moluscos que apresentam danos em suas conchas por causa da acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos.\n<\/p>\n<p>Um estudo de 2020 inclusive, publicado pela Rede Global de Monitoramento de Recifes de Coral (GCRMN), revelou que o mundo perdeu cerca de 14% de seus recifes de coral desde 2009. Este relat\u00f3rio, pioneiro em sua categoria, baseou-se em dados coletados em mais de 12.000 locais de coleta em 73 pa\u00edses ao longo de um per\u00edodo de mais de 40 anos (1978-2019).\n<\/p>\n<p>Fonte: g1 <\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/diariodobrasilnoticias.com.br\/noticia\/segundo-estudo-a-terra-pode-ja-ter-ultrapassado-7-dos-seus-9-limites-planetarios-entenda-o-que-sao-671386ea45a14\">Source link <\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mundo pode ter ultrapassado sete de nove limites planet\u00e1rios que podem desencadear cat\u00e1strofes ambientais irrevers\u00edveis. E o aquecimento global tem grande responsabilidade nisso, alertaram cientistas. 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