{"id":88017,"date":"2025-01-06T02:38:14","date_gmt":"2025-01-06T02:38:14","guid":{"rendered":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/2025\/01\/06\/lula-coloca-em-marcha-plano-para-impedir-dominio-bolsonarista-no-senado\/"},"modified":"2025-01-06T02:38:16","modified_gmt":"2025-01-06T02:38:16","slug":"lula-coloca-em-marcha-plano-para-impedir-dominio-bolsonarista-no-senado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/2025\/01\/06\/lula-coloca-em-marcha-plano-para-impedir-dominio-bolsonarista-no-senado\/","title":{"rendered":"Lula coloca em marcha plano para impedir dom\u00ednio bolsonarista no Senado"},"content":{"rendered":"<p> <script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8864793242727901\"\r\n     crossorigin=\"anonymous\"><\/script><br \/>\n<\/p>\n<p>O ex-presidente Jair Bolsonaro vem dizendo h\u00e1 algum tempo que uma de suas prioridades para 2026, al\u00e9m de tentar voltar ao Pal\u00e1cio do Planalto (hoje est\u00e1 ineleg\u00edvel), \u00e9 conquistar maioria no Senado, que ter\u00e1 54 das suas 81 cadeiras em disputa na pr\u00f3xima elei\u00e7\u00e3o. Por tr\u00e1s do plano est\u00e1 a cren\u00e7a de que, dominando a Casa Alta do Congresso, a direita radical conseguiria dar andamento a pautas dif\u00edceis que est\u00e3o no topo de sua agenda, como a limita\u00e7\u00e3o dos poderes do Supremo Tribunal Federal e o impeachment de ministros da Corte.<\/p>\n<p>O rufar dos tambores do lado bolsonarista para a batalha que se avizinha j\u00e1 foi ouvido no Pal\u00e1cio do Planalto, mais especificamente no gabinete do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, que come\u00e7ou a alertar a sua tropa de que o desfecho dessa guerra ser\u00e1 decisivo ao futuro de um novo governo.\n<\/p>\n<div>\n<p>O ex-presidente Jair Bolsonaro vem dizendo h\u00e1 algum tempo que uma de suas prioridades para 2026, al\u00e9m de tentar voltar ao Pal\u00e1cio do Planalto (hoje est\u00e1 ineleg\u00edvel), \u00e9 conquistar maioria no Senado, que ter\u00e1 54 das suas 81 cadeiras em disputa na pr\u00f3xima elei\u00e7\u00e3o. Por tr\u00e1s do plano est\u00e1 a cren\u00e7a de que, dominando a Casa Alta do Congresso, a direita radical conseguiria dar andamento a pautas dif\u00edceis que est\u00e3o no topo de sua agenda, como a limita\u00e7\u00e3o dos poderes do Supremo Tribunal Federal e o impeachment de ministros da Corte.\n<\/p>\n<p>O rufar dos tambores do lado bolsonarista para a batalha que se avizinha j\u00e1 foi ouvido no Pal\u00e1cio do Planalto, mais especificamente no gabinete do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, que come\u00e7ou a alertar a sua tropa de que o desfecho dessa guerra ser\u00e1 decisivo ao futuro de um novo governo.\n<\/p>\n<\/p>\n<p>A contraofensiva de Lula para impedir a vit\u00f3ria bolsonarista tem uma estrat\u00e9gia bastante clara: se n\u00e3o \u00e9 meu inimigo, \u00e9 meu amigo. O presidente tem dito a interlocutores de sua base, em especial de seu partido, o PT, que vencer a elei\u00e7\u00e3o para o Senado \u00e9 mais importante do que conquistar governos estaduais e que, para isso, pode ser necess\u00e1rio apoiar pol\u00edticos de outros endere\u00e7os partid\u00e1rios, mesmo que de centro-direita, desde que tenham compromisso com a democracia e disposi\u00e7\u00e3o ao di\u00e1logo com eventual novo governo liderado por ele.\n<\/p>\n<p>Para isso, \u00e9 muito prov\u00e1vel que o PT tenha de abrir m\u00e3o de algo que lhe \u00e9 muito caro: o protagonismo. J\u00e1 fez esse movimento, \u00e9 verdade, na elei\u00e7\u00e3o de 2024, quando abra\u00e7ou Eduardo Paes no Rio de Janeiro e outros candidatos de centro e centro-direita em col\u00e9gios eleitorais importantes diante do risco de uma vit\u00f3ria bolsonarista. Mas pode ser que essa disposi\u00e7\u00e3o tenha de ser ampliada para 2026. O racioc\u00ednio embute, por exemplo, apoiar Arthur Lira (PP) e Renan Calheiros (MDB) em Alagoas, dois caciques com os quais Lula tem di\u00e1logo \u2014 o presidente, ali\u00e1s, j\u00e1 disse que poderia apoiar a dupla ao Senado. Tamb\u00e9m pode incluir abrir m\u00e3o de seu melhor candidato ao governo, como no Rio Grande do Sul, onde o ministro Paulo Pimenta pode ir para a disputa ao Senado. No estado, n\u00e3o est\u00e1 descartado apoiar para senador o atual governador Eduardo Leite (PSDB), eventualmente cr\u00edtico ao partido, e fechar caminho a nomes da direita.\n<\/p>\n<p>O esfor\u00e7o por uma \u201cfrente ampla\u201d ao Senado ter\u00e1 de ser maior, provavelmente, em regi\u00f5es mais bolsonaristas, como Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Um exemplo \u00e9 Mato Grosso, onde o primeiro da fila de Lula \u00e9 o ministro da Agricultura, Carlos F\u00e1varo, senador licenciado pelo PSD, mas que ter\u00e1 de renovar seu mandato em 2026. Fiador do petista no mundo in\u00f3spito do agroneg\u00f3cio, F\u00e1varo ter\u00e1 de enfrentar dois caciques do estado, o atual governador, Mauro Mendes, e o ex-governador e hoje senador Jayme Campos, ambos do Uni\u00e3o Brasil. Por esse motivo, mesmo o PT tendo chegado competitivo ao segundo turno em Cuiab\u00e1, com L\u00fadio Cabral, o mais prov\u00e1vel \u00e9 que o partido fique fora da disputa ao Senado. \u201cPrecisamos deixar de lado os interesses do partido e garantir o maior n\u00famero de eleitos na base de Lula\u201d, diz o deputado estadual Valdir Barranco, presidente do PT no estado. At\u00e9 em regi\u00f5es em que o petismo \u00e9 forte a sigla vai ter de abrir m\u00e3o em nome de um aliado cuja vit\u00f3ria \u00e9 mais certa. \u00c9 o caso de Pernambuco, onde um dos candidatos de Lula ser\u00e1 o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos).\n<\/p>\n<p>O esfor\u00e7o lulista tenta incluir at\u00e9 seu companheiro de chapa em 2022, o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (PSB). Uma candidatura do ex-tucano ao Senado por S\u00e3o Paulo resolveria dois problemas de Lula em uma s\u00f3 tacada: teria uma candidatura de peso no maior col\u00e9gio eleitoral do pa\u00eds e abriria a vaga de candidato a vice-presidente em 2026 para MDB ou PSD, dois dos maiores vitoriosos nas elei\u00e7\u00f5es deste ano e que n\u00e3o escondem que sonham com o posto. Aliados de Lula, no entanto, apontam um entrave nesse c\u00e1lculo: o estrago no capital pol\u00edtico de Alckmin em S\u00e3o Paulo depois que decidiu apoiar o petista ap\u00f3s d\u00e9cadas filiado ao PSDB. O temor \u00e9 que ele tenha perdido seu eleitorado de centro e direita para o governador Tarc\u00edsio de Freitas (Republicanos). Mas valeria o risco de testar isso nas urnas diante da constata\u00e7\u00e3o \u00f3bvia de que o PT n\u00e3o tem candidato ao Senado competitivo em S\u00e3o Paulo. \u201cAlckmin preencheria essa lacuna porque, al\u00e9m de ser uma figura de confian\u00e7a do presidente, tem experi\u00eancia de gest\u00e3o local\u201d, diz um pol\u00edtico bastante pr\u00f3ximo ao presidente. \u00c9 claro, faltaria ainda combinar tudo isso com o pr\u00f3prio Alckmin e o partido dele, o PSB, que deseja manter a posi\u00e7\u00e3o de vice de Lula em 2026.\n<\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o do presidente em ampliar a capacidade de sua tropa para o jogo duro faz sentido. Os partidos que mais ter\u00e3o de renovar seus mandatos em 2026 s\u00e3o da base. Somados, MDB, PSD e PT, por exemplo, ter\u00e3o 28 cadeiras em disputa, mais da metade do total em jogo em 2026 (veja o quadro). No Senado, essas duas siglas de centro t\u00eam parlamentares alinhados ao governo, como Renan Calheiros, Jader Barbalho e Eduardo Braga, do MDB (os tr\u00eas caciques t\u00eam mandato at\u00e9 2026), e Eliziane Gama, Otto Alencar e Omar Aziz, pelo PSD. Quadros petistas importantes ter\u00e3o de renovar seus mandatos, como Randolfe Rodrigues (l\u00edder do governo no Congresso), Jaques Wagner (l\u00edder no Senado) e Humberto Costa, um dos principais dirigentes do PT.\n<\/p>\n<p>N\u00e3o ser\u00e1 mesmo uma batalha f\u00e1cil impedir a direita de aumentar seu peso no Senado em 2026. Ciente disso, aliados do governo tentaram mudar a regra do jogo. Randolfe Rodrigues apresentou um projeto de lei para alterar a forma como os senadores s\u00e3o escolhidos. Em vez de dois votos, como \u00e9 hoje, o eleitor teria direito a apenas um \u2014 os dois candidatos mais votados seriam eleitos. A ideia era reduzir a possibilidade de o eleitorado ativo da direita eleger os dois representantes em cada estado. \u201c\u00c9 ilus\u00f3rio acreditar que, tendo que votar em dois candidatos ao Senado, ele dedique o mesmo grau de aten\u00e7\u00e3o e cuidado naquela que constitui sua segunda escolha\u201d, disse o l\u00edder do governo na justificativa do texto, que provocou enorme gritaria \u00e0 direita. Uma semana depois, recuou e retirou a proposta.\n<\/p>\n<p>Do outro lado da trincheira, Bolsonaro d\u00e1 mostras de que vai usar tudo o que tem \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para construir maioria no Senado, inclusive a fam\u00edlia. O ex-presidente deve escalar para a disputa a ex-primeira-dama Michelle e os filhos Carlos, Eduardo e Fl\u00e1vio \u2014 este \u00faltimo ter\u00e1 de renovar o mandato obtido em 2018, provavelmente em dobradinha pelo PL com o governador do Rio de Janeiro, Cl\u00e1udio Castro. Por isso, Carlos ter\u00e1 de buscar a vaga por outro estado \u2014 j\u00e1 se falou de Goi\u00e1s e Santa Catarina. Michelle tentar\u00e1 o posto pelo Distrito Federal, que deu um mandato em 2022 \u00e0 ex-ministra Damares Alves (Republicanos), companheira quase insepar\u00e1vel e prov\u00e1vel cabo eleitoral da ex-primeira-dama. J\u00e1 Eduardo, que tem um hist\u00f3rico recente de campe\u00e3o de votos em S\u00e3o Paulo, vai tentar a vaga pelo estado, a n\u00e3o ser que se transforme no plano B do pai para a corrida ao Pal\u00e1cio do Planalto em 2026 \u2014 o que \u00e9 uma probabilidade a n\u00e3o ser descartada. Bolsonaro tamb\u00e9m deve apostar em aliados como os ex-ministros Marcelo Queiroga e Gilson Machado. Tamb\u00e9m ter\u00e1 nas suas fileiras alguns radicais de direita que foram bem nas urnas nas \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es municipais, como Cristina Graeml (Curitiba), Andr\u00e9 Fernandes (Fortaleza), Fred Rodrigues (Goi\u00e2nia) e Alberto Neto (Manaus) \u2014 os tr\u00eas \u00faltimos de seu partido, o PL.\n<\/p>\n<p>Para levar seu plano adiante, no entanto, o ex-presidente precisa combinar a estrat\u00e9gia com os partidos aliados. Isso \u00e9 cada vez mais um desafio, j\u00e1 que boa parte das legendas que sustentaram candidaturas bolsonaristas tem se aproximado do governo Lula, com a promessa de minist\u00e9rios e cargos. \u00c9 o caso do PP de Ciro Nogueira, que tem tr\u00eas dos seis senadores com mandatos para vencer \u2014 incluindo o de seu cacique, que j\u00e1 andou de m\u00e3os dadas com Lula em outras \u00e9pocas. Mesmo assim, Ciro est\u00e1 confiante em deixar o Senado mais \u00e0 direita. \u201cVamos eleger uma quantidade significativa de senadores conservadores, algo em torno de quarenta das 54 vagas\u201d, projeta, incluindo na conta siglas como PL, Uni\u00e3o Brasil, PSD e Republicanos. O PL de Bolsonaro j\u00e1 desistiu de seu projeto de ter a maior bancada da Casa (\u00e9 a segunda) e passou a focar em tentar reeleger seus senadores (cinco dos treze ter\u00e3o de ir \u00e0s urnas), e n\u00e3o faz quest\u00e3o que seus eleitos sejam bolsonaristas.\n<\/p>\n<p>A fixa\u00e7\u00e3o de Bolsonaro com o Senado vai al\u00e9m das importantes atribui\u00e7\u00f5es que a Casa tem para a direita. Passa tamb\u00e9m pelas dores de cabe\u00e7a que o ent\u00e3o presidente teve ao longo do mandato. Foi o Senado que lhe criou algumas de suas maiores dificuldades, como a CPI da Pandemia, que fustigou seu governo durante boa parte da crise sanit\u00e1ria. A comiss\u00e3o, de maioria oposicionista, colocou no banco de depoentes muita gente ligada a seu governo, como os ministros da Sa\u00fade, Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga, e terminou com v\u00e1rios indiciamentos, de crimes de responsabilidade a crimes contra a humanidade. A CPI serviu de muni\u00e7\u00e3o para Lula, que centrou fogo na gest\u00e3o desastrosa da pandemia. Em 2022, Bolsonaro viu a situa\u00e7\u00e3o melhorar na Casa com a chegada de um contingente alinhado a ele, como os ex-ministros Damares Alves, Jorge Seif, Marcos Pontes, Rog\u00e9rio Marinho e Tereza Cristina, e seu vice, Hamilton Mour\u00e3o.\n<\/p>\n<p>Uma das mais antigas institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds em funcionamento, o Senado nasceu em 1824, ainda na monarquia, quando reunia gente ligada \u00e0 nobreza (bar\u00f5es, condes ou marqueses). Com a Rep\u00fablica, ganhou mais protagonismo, sendo respons\u00e1vel pela aprova\u00e7\u00e3o de legisla\u00e7\u00f5es fundamentais, como o C\u00f3digo Civil. Considerada a casa revisora do Congresso, tem um perfil mais moderado, com pol\u00edticos experientes (o termo \u201cSenado\u201d vem de \u201cs\u00eanior\u201d), inclusive muitos ex-governadores e at\u00e9 ex-presidentes, como Jos\u00e9 Sarney e Fernando Collor. Ao contr\u00e1rio da C\u00e2mara, que tende a ser um local de mais agita\u00e7\u00e3o e\u00a0\n<\/p>\n<p>radicaliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica por ser a representa\u00e7\u00e3o proporcional da popula\u00e7\u00e3o, o Senado sempre foi o ponto de modera\u00e7\u00e3o e de garantia de equil\u00edbrio da federa\u00e7\u00e3o, com tr\u00eas representantes por estado, independente do peso econ\u00f4mico e demogr\u00e1fico de cada um. \u201cO Senado sempre teve uma composi\u00e7\u00e3o mais conservadora. Isso fez com que a esquerda nunca tenha conseguido dominar a Casa\u201d, diz o cientista pol\u00edtico Leandro Consentino, professor do Insper. Uma radicaliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, \u00e0 direita ou \u00e0 esquerda, portanto, afetaria a capacidade moderadora do Senado e o papel fundamental que tem para um pa\u00eds que anseia por equil\u00edbrio.\n<\/p>\n<p><strong>VEJA\/blog de Gustavo negreiros.<\/strong>\n<\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/diariodobrasilnoticias.com.br\/noticia\/lula-coloca-em-marcha-plano-para-impedir-dominio-bolsonarista-no-senado-677b15c1a6401\">Source link <\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ex-presidente Jair Bolsonaro vem dizendo h\u00e1 algum tempo que uma de suas prioridades para 2026, al\u00e9m de tentar voltar ao Pal\u00e1cio do Planalto (hoje est\u00e1 ineleg\u00edvel), \u00e9 conquistar maioria&hellip;<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":88018,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"content-type":"","footnotes":""},"categories":[16],"tags":[123,2448,5313,1267],"class_list":["post-88017","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-brasil","tag-diario","tag-noticia","tag-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88017","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=88017"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88017\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":88019,"href":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88017\/revisions\/88019"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/88018"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=88017"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=88017"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=88017"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}