{"id":92105,"date":"2025-01-15T19:43:39","date_gmt":"2025-01-15T19:43:39","guid":{"rendered":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/2025\/01\/15\/brasil-deve-registra-maior-deficit-nominal-do-mundo-em-2025-projeta-btg\/"},"modified":"2025-01-15T19:43:41","modified_gmt":"2025-01-15T19:43:41","slug":"brasil-deve-registra-maior-deficit-nominal-do-mundo-em-2025-projeta-btg","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/2025\/01\/15\/brasil-deve-registra-maior-deficit-nominal-do-mundo-em-2025-projeta-btg\/","title":{"rendered":"Brasil deve registra maior d\u00e9ficit nominal do mundo em 2025, projeta BTG"},"content":{"rendered":"<p> <script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8864793242727901\"\r\n     crossorigin=\"anonymous\"><\/script><br \/>\n<\/p>\n<div id=\"taboola-read-more\" style=\"display:block; width:100%\">\n<p>O Brasil caminha para se consolidar em 2025 como segundo pa\u00eds com maior d\u00e9ficit nominal do mundo, de acordo com relat\u00f3rio do BTG Pactual. A proje\u00e7\u00e3o macroecon\u00f4mica coloca o saldo negativo do governo neste ano em 8,6% do Produto Interno Bruto (PIB).\n<\/p>\n<p>O levantamento conta com 22 pa\u00edses e projeta que somente a Bol\u00edvia ficar\u00e1 na frente do Brasil neste ano, com d\u00e9ficit m\u00e9dio de 9,7% do PIB. Em 2024, \u00e9 esperado que saldo negativo impacte 7,8% do PIB, segundo o relat\u00f3rio do BTG.<\/p>\n<p>A \u00cdndia e China, com resultado fiscal negativo de 7,6% do PIB, seguem o Brasil no ranking com diferen\u00e7a de cerca de 1 ponto percentual, consolidando a vice-lideran\u00e7a brasileira.\n<\/p>\n<p>O d\u00e9ficit nominal \u00e9 o resultado das receitas menos as despesas do governo, incluindo o pagamento de juros da d\u00edvida p\u00fablica, refletindo o resultado fiscal total. O indicador \u00e9 importante para apontar a sa\u00fade financeira de um pa\u00eds e traz perspectivas sobre a trajet\u00f3ria da d\u00edvida p\u00fablica.\n<\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 o \u00fanico de seus pares emergentes no p\u00f3dio que apresenta uma piora no resultado fiscal entre 2024 e 2025. A expectativa \u00e9 que os d\u00e9ficits tanto Bol\u00edvia quanto \u00cdndia caiam ao menos 0,7% e 0,2% entre os anos respectivamente.\n<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio fiscal negativo projetado para o Brasil tamb\u00e9m fica acima da m\u00e9dia esperada para os pa\u00edses emergentes, cujo d\u00e9ficit \u00e9 projetado em 5,7% do PIB dos pa\u00edses que se encaixam nessa denomina\u00e7\u00e3o.\n<\/p>\n<p>Para Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, o desequil\u00edbrio nos resultados \u00e9 consequ\u00eancia de um cen\u00e1rio cont\u00ednuo nos gastos do governo.\n<\/p>\n<p>\u201cEsse \u00e9 o resultado do desajuste fiscal dos \u00faltimos dois anos. Enquanto n\u00e3o entrarmos em um cen\u00e1rio de d\u00e9ficit prim\u00e1rio mais elevado e que, consequentemente, traz mais estabilidade ao cen\u00e1rio econ\u00f4mico e a possibilidade de baixar a taxa de juros l\u00e1 na frente\u201d, explica.\n<\/p>\n<p>Vale ressalta que a \u00fanica escolha que n\u00e3o piora o cen\u00e1rio fiscal do Brasil \u00e9 a melhora das pol\u00edticas fiscais.\n<\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, pa\u00edses como M\u00e9xico, Chile, Col\u00f4mbia e Peru ficam abaixo dessa proje\u00e7\u00e3o, com d\u00e9ficits abaixo de 4% do PIB no mesmo per\u00edodo e em queda entre os anos.\n<\/p>\n<p>Incertezas fiscais<br \/>Em novembro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou um pacote de medidas fiscais cuja inten\u00e7\u00e3o era dar f\u00f4lego ao arcabou\u00e7o fiscal.\n<\/p>\n<p>A regra limita os crescimento dos gastos do governo a 2,5% al\u00e9m da infla\u00e7\u00e3o \u2013 em momentos de expans\u00e3o da economia. O que se argumentava \u00e9 que algumas despesas do Executivo, por\u00e9m, n\u00e3o se adequavam ao limitante.\n<\/p>\n<p>Uma das solu\u00e7\u00f5es propostas pela equipe econ\u00f4mica \u2013 e aprovada pelo Congresso em dezembro \u2013 \u00e9 a de limitar o crescimento do sal\u00e1rio-m\u00ednimo a esta mesma taxa.\n<\/p>\n<p>A regra antiga propunha uma corre\u00e7\u00e3o mais generosa: o valor do ano anterior seria elevado corrigido pelo produto entre a infla\u00e7\u00e3o apurada pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC) dos \u00faltimos 12 meses e o Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes\n<\/p>\n<p>Por\u00e9m, Giambiagi aponta que a mudan\u00e7a ainda n\u00e3o \u00e9 suficiente para estabilizar a d\u00edvida p\u00fablica.\n<\/p>\n<p>A nova regra de valoriza\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio-m\u00ednimo proposta pelo governo no final de 2024 ainda n\u00e3o \u00e9 suficiente para viabilizar o arcabou\u00e7o fiscal, avaliou Fabio Giambiagi, economista e pesquisador do FGV\/Ibre, em entrevista ao WW.\n<\/p>\n<p>\u201cSe a regra for mantida, n\u00f3s iremos rumo a uma crise muito s\u00e9ria. \u00c9 invi\u00e1vel a pol\u00edtica fiscal do governo com essa regra\u201d, afirmou.\n<\/p>\n<p>Giambiagi pontua ainda que a mudan\u00e7a ainda n\u00e3o \u00e9 suficiente para estabilizar a d\u00edvida p\u00fablica.\n<\/p>\n<p>\u201cEm um ano, a taxa aumenta essa despesa em mais de R$ 14 bilh\u00f5es. No segundo ano s\u00e3o R$ 29 bilh\u00f5es, e o impacto na d\u00edvida, com o efeito inicial, j\u00e1 \u00e9 de R$ 43 bilh\u00f5es. No terceiro ano, o plus da d\u00edvida j\u00e1 ser\u00e1 R$ 86 bilh\u00f5es, e assim sucessivamente\u201d, escreveu em artigo publicado no Brazil Journal.\n<\/p>\n<p>Fonte: CNN Brasil              <\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/diariodobrasilnoticias.com.br\/noticia\/brasil-deve-registra-maior-deficit-nominal-do-mundo-em-2025-projeta-btg-6787f668dd7e8\">Source link <\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil caminha para se consolidar em 2025 como segundo pa\u00eds com maior d\u00e9ficit nominal do mundo, de acordo com relat\u00f3rio do BTG Pactual. 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