{"id":97842,"date":"2025-01-31T19:39:44","date_gmt":"2025-01-31T19:39:44","guid":{"rendered":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/2025\/01\/31\/relatorio-251-vitimas-fatais-das-chuvas-em-2024\/"},"modified":"2025-01-31T19:39:46","modified_gmt":"2025-01-31T19:39:46","slug":"relatorio-251-vitimas-fatais-das-chuvas-em-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvbrazilusa.com\/pt\/2025\/01\/31\/relatorio-251-vitimas-fatais-das-chuvas-em-2024\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio: 251 v\u00edtimas fatais das chuvas em 2024"},"content":{"rendered":"<p> <script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8864793242727901\"\r\n     crossorigin=\"anonymous\"><\/script><br \/>\n<\/p>\n<div id=\"taboola-read-more\" style=\"display:block; width:100%\">\n<p>Em 2024, o Brasil enfrentou chuvas intensas que resultaram em 251 mortes \u2014 o Rio Grande do Sul foi o Estado mais afetado. Este foi o quarto ano com mais mortes desde 1991. Al\u00e9m disso, cerca de 1 milh\u00e3o de pessoas ficaram desabrigadas ou desalojadas, um n\u00famero s\u00f3 superado pelo registrado em 2009.\n<\/p>\n<p>Os dados foram coletados pelo Sistema Integrado de Informa\u00e7\u00f5es sobre Desastres (S2iD) e analisados pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Os desastres geo-hidrol\u00f3gicos, como inunda\u00e7\u00f5es, enxurradas e deslizamentos, foram os principais respons\u00e1veis pelas trag\u00e9dias. O ano de 2024 tamb\u00e9m foi o mais quente j\u00e1 registrado, desde que os registros s\u00e3o feitos.<\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul foi o Estado mais afetado pelas chuvas, com 183 mortes, o que representa cerca de 70% dos \u00f3bitos nacionais. O Rio de Janeiro e o Esp\u00edrito Santo tamb\u00e9m sofreram com 23 e 21 mortes, respectivamente.\n<\/p>\n<p>A propor\u00e7\u00e3o de pessoas desabrigadas e desalojadas no Rio Grande do Sul foi igualmente alarmante, com cerca de 80%, ou aproximadamente 770 mil pessoas, que precisaram de abrigo ou foram deslocadas de suas casas.\n<\/p>\n<p>El Ni\u00f1o contribuiu para as chuvas fortes\n<\/p>\n<p>Embora o El Ni\u00f1o tenha contribu\u00eddo para as fortes chuvas no Sul, a falta de adapta\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o amplificou os efeitos dos desastres.\n<\/p>\n<p>\u201cNingu\u00e9m estava preparado para um volume t\u00e3o grande de chuva\u201d, afirmou Rafael F. Luiz, tecnologista em desastres naturais do Cemaden.\n<\/p>\n<p>Al\u00e9m das perdas humanas e sociais, as chuvas intensas em 2024 geraram preju\u00edzos econ\u00f4micos significativos, um total de R$ 9,2 bilh\u00f5es.\n<\/p>\n<p>Luiz disse que esses recursos teriam melhor uso em medidas preventivas de curto, m\u00e9dio e longo prazo, ao afirmar que \u201cpreven\u00e7\u00e3o \u00e9 a chave\u201d. Ele sugeriu medidas estruturais, como estabiliza\u00e7\u00e3o de encostas e manuten\u00e7\u00e3o dos sistemas de drenagem, bem como investimento em Defesa Civil e planejamento territorial.\n<\/p>\n<p>A professora Regina Rodrigues destacou tamb\u00e9m a import\u00e2ncia de solu\u00e7\u00f5es baseadas na natureza, ou seja, estrat\u00e9gias que utilizam os ecossistemas para enfrentar desafios naturais. \u201cA literatura cient\u00edfica mundial mostra que essas s\u00e3o as medidas mais eficazes e mais baratas\u201d, afirmou.\n<\/p>\n<p>Em 2024, o Cemaden emitiu um n\u00famero recorde de 2,6 mil alertas de desastres.\n<\/p>\n<p>Fonte: Revista Oeste              <\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/diariodobrasilnoticias.com.br\/noticia\/relatorio-251-vitimas-fatais-das-chuvas-em-2024-679d0bef8e1ab\">Source link <\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2024, o Brasil enfrentou chuvas intensas que resultaram em 251 mortes \u2014 o Rio Grande do Sul foi o Estado mais afetado. 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