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Valdemar assume o controle das negociações sobre a anistia de Bolsonaro

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O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, afirmou que só vai apoiar, nas eleições pelas presidências da Câmara e do Senado, os candidatos que forem favoráveis ao PL da Anistia aos presos do 8 de janeiro. A intenção é garantir que o ex-presidente Jair Bolsonaro volte ao páreo da disputa presidencial ao ser contemplado pela proposta.

Enquanto membros da Comissão de Constituição e Justiça (CCJC) da Câmara dos Deputados desviam do assunto e até negam o interesse do partido em beneficiar o ex-presidente com o projeto, Valdemar é categórico: “Temos que pôr isso na pauta do presidente da Câmara e do presidente do Senado a ser eleito para ter o nosso apoio”, afirmou em entrevista à CNN Brasil.

O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, afirmou que só vai apoiar, nas eleições pelas presidências da Câmara e do Senado, os candidatos que forem favoráveis ao PL da Anistia aos presos do 8 de janeiro. A intenção é garantir que o ex-presidente Jair Bolsonaro volte ao páreo da disputa presidencial ao ser contemplado pela proposta.

Enquanto membros da Comissão de Constituição e Justiça (CCJC) da Câmara dos Deputados desviam do assunto e até negam o interesse do partido em beneficiar o ex-presidente com o projeto, Valdemar é categórico: “Temos que pôr isso na pauta do presidente da Câmara e do presidente do Senado a ser eleito para ter o nosso apoio”, afirmou em entrevista à CNN Brasil.

E completou: “Nós temos que convencer na Câmara os deputados a votar. Eu acredito que a gente convença porque esse embate com o Bolsonaro não pode ser resolvido dessa forma como foi no TSE”.

Valdemar reconheceu, no entanto, que o projeto, na formatação atual, não beneficia Bolsonaro. “Temos que pôr isso [anistia de Bolsonaro] no andar da carruagem”, acrescentou.

Questionado pelos entrevistadores, o presidente do PL confirmou que vai exigir dos apoiados pelo partido na corrida pelas presidências das Casas de Leis, que ele assuma publicamente o apoio a proposta. “Ele [o candidato] vai assumir que apoia a PEC. Nós vamos por isso no pacote da eleição do presidente da Câmara e do Senado. Para ele apoiar a inclusão do nome do Bolsonaro na anistia”.

Base governista encuralada
Ciente do efeito do projeto, que pode ser estendido ao ex-presidente da República, a base governista tentou impedir o avanço da matéria, que tramita na CCJ, usando mecanismos para adiar a votação. Com o encerramento do prazo regimental de duas sessões do Plenário e um pedido de vista coletivo já realizado, a base do presidente Lula não terá mais alternativas para postergar a deliberação pelo colegiado.

O relator da matéria na CCJ, Rodrigo Valadares (União-SE), garante que a oposição tem o número de votos garantido para aprovar o projeto. Ele avalia que a base governista evita enfrentar a proposta porque sabe que vai perder na hora da votação.

“Eu tenho convicção de que nós teremos os votos suficientes para aprovar a anistia para os presos do dia 8. Se o governo tivesse os votos para derrubar o nosso projeto eles não iriam obstruir, iriam partir para os votos. Como eles sabem que perdem no voto, estão usando de artimanhas regimentais para apenas adiar”, disse Valadares a O Antagonista.

Fonte: O antagonista



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