A vida do ex-jogador Adriano “Imperador” vai muito além do que ele fez nos gramados e de algumas histórias que circulam sobre ele na imprensa. Muitos não conhecem as dores que o menino Didico viveu na comunidade da Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, como presenciar um assassinato aos 7 anos de idade, passar a conviver com o pai aposentado por invalidez por conta de uma bala perdida quando ele tinha apenas 10 anos, que o apelido dele no início da carreira era Pipoca, pelo fato de sua avó, Vanda, só ter dinheiro para preparar milho estourado, além do início precoce da descoberta do álcool, com 14 anos. Essas, além de muitas outras passagens desconhecidas, serão reveladas no livro de memórias Adriano – meu medo maior (Ed. Planeta), que entra no mercado editorial a partir desta segunda (11).
Estadao