Home Uncategorized Perguntando a Eric: Meu falecido marido não queria um relacionamento com a irmã e eu também não.

Perguntando a Eric: Meu falecido marido não queria um relacionamento com a irmã e eu também não.

by admin
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Caro Eric: Minha esposa, há 38 anos, morreu há um ano. Ele tinha 72 anos, agora tenho 72. Ele era um pouco solitário e tinha um relacionamento tenso com seu único irmão, sua irmã mais nova.

Nos últimos 10 anos, ele cortou completamente a comunicação com ela. Honestamente, o principal motivo era que ele simplesmente não queria ser amigo dela. Ela é uma pessoa legal e prestativa, mas ele era quem era e fez o que fez.

Quando ele morreu, estendi a mão para ela como uma irmã e a incluí no funeral. Ela ficou encantada. Ela imediatamente se relacionou comigo, me chama de irmã e começou a me enviar mensagens de texto várias vezes por semana.

Essa conexão íntima com ela é indesejada. Não quero receber esses textos quase diários. Eles vêm com muitos detalhes e fotos de seu dia a dia. Nos últimos meses, não respondi a nenhuma mensagem, mas a dica foi ignorada.

Não tenho ideia de como interromper esse relacionamento de mensagens de texto sem ferir os sentimentos dela. Preciso do seu conselho sobre a melhor forma de encerrar meu relacionamento por mensagens de texto com ela e, basicamente, manter nosso relacionamento a uma distância confortável.

– Espaço Pessoal

QUERIDO ESPAÇO: Estabelecer um novo vínculo com sua cunhada é um gesto adorável e amoroso. Pode parecer que você está arriscando reabrir velhas feridas ao estabelecer um limite para mensagens de texto, mas pense nisso como a comunicação clara que é a força vital de todo relacionamento saudável. Entre em contato por telefone ou pessoalmente e diga a ela que você está feliz por estar na vida um do outro e que a aprecia, mas você não envia mensagens de texto e adoraria encontrar outra maneira de conversar um com o outro.

Ela está entusiasmada e talvez com vontade de substituir o relacionamento que não teve com seu marido. Não há nada de errado com isso, por si só, mas se não funcionar para você, não é cruel nem injusto redirecionar.

***

CARO ERIC: Acabei de ler a carta de “Sunny Side”, cuja mãe ligava várias vezes ao dia ansiosa e ligaria para os amigos de Sunny Side se ela não atendesse. Meu marido e eu passamos por uma situação semelhante com um parente mais velho. O que eu sugeriria é marcar um horário todos os dias para ela e a mãe conversarem, digamos todos os dias às 19h (ou quando for conveniente). Dessa forma, Sunny Side sabe quando se preparar mentalmente para a ligação, e sua mãe sabe quando com certeza poderá contatá-la.

Também reduz as chamadas para uma vez por dia, o que é suficiente. Sunny Side poderia preparar uma xícara de chá para a ligação ou algo para distrair a atenção da desgraça e da tristeza que ela sabe que está por vir. Outra sugestão seria garantir que sua mãe esteja socialmente envolvida com outras pessoas, para que ela não precise depender tanto de conversar com Sunny Side. Existe um centro para idosos próximo com atividades que ela possa frequentar? Algumas organizações seniores enviarão visitantes para aqueles que estão em casa. Acho que trabalhar nisso também ajudaria a todos – foi o que aconteceu no nosso caso.

– Feliz Leitor

CARO LEITOR FELIZ: Obrigado por esta sugestão. O que é ótimo nisso é que dá ao redator da carta e à mãe ferramentas para ajudar a gerenciar suas expectativas.

***

CARO ERIC: Depois de ler a carta do “Enteado Desprezado”, cujos dois padrastos o excluíram de seus testamentos depois que seus pais morreram, fiquei com raiva em nome dele e de seu irmão. No entanto, sinto que existe a possibilidade de que eles não tenham sido deserdados pelos pais biológicos.

Trabalhei no ramo imobiliário e fiduciário por quase 30 anos antes de me aposentar e vi algumas tentativas de coisas inacreditáveis ​​por parte de membros da família do falecido. Se os irmãos não leram os testamentos registrados dos pais ou não tiveram seu próprio advogado revisando-os, eles devem fazê-lo. Eles precisam revisar apenas o testamento que foi registrado no tribunal da área onde cada um dos pais morava. Se eles puderem pagar, seria melhor consultar um advogado para determinar os honorários advocatícios para fazer isso por eles.

Seria triste, mas perfeitamente possível, que os segundos cônjuges dos seus pais lhes tivessem ocultado informações ou, ao abrigo da legislação patrimonial do estado de residência dos seus pais, eles pudessem ter direito a uma parte dos bens dos seus pais.

Sei que a dor deles é profunda, por terem sido excluídos, quando crianças e adultos, do amor e da vida de seus pais, mas eles não sabem a influência que foi exercida sobre seus pais para fazerem o que fizeram.

– Leitor Suspeito

CARO LEITOR: Obrigado por esta perspectiva. Espero que o autor da carta consiga encontrar respostas mais concretas.

(Envie perguntas para R. Eric Thomas em eric@askingeric.com ou PO Box 22474, Filadélfia, PA 19110. Siga-o em Instagram e inscreva-se em seu boletim informativo semanal em rericthomas.com.)

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