A partir de 1º de janeiro, crianças de até 13 anos não poderão mais ter um perfil em determinados sites de mídia social. Isso inclui Snapchat, TikTok e Discord.
Os legisladores da Flórida chamam esses aplicativos de “viciantes” e dizem que são prejudicial para usuários mais jovens.
A NetChoice e a Computer & Communications Industry Association, cujos membros incluem gigantes da tecnologia como Google e Meta Platforms, entrou com uma ação federal da Primeira Emenda em outubro, desafiando a proibição das redes sociais.
A lei (HB-3) procura, em parte, impedir que crianças menores de 16 anos abram contas de redes sociais em algumas plataformas – embora permitiria que os pais dessem consentimento para que jovens de 14 e 15 anos tivessem contas. Crianças menores de 14 anos não podem abrir contas.
Os críticos argumentam que esta disposição viola o direito à privacidade e à liberdade de expressão.
“Esta lei representaria uma barreira para qualquer pessoa que queira acessar o discurso legal na Internet”, disse o Diretor Associado de Contencioso da NetChoice, Paul Taske.

As agências fecharam um acordo com o procurador-geral da Flórida, Ashley Moody, para adiar a aplicação da proibição das redes sociais contra as plataformas que representam até que o Tribunal Distrital dos EUA resolva a questão.
Uma audiência preliminar está marcada para 28 de fevereiro. Chefe do Distrito dos EUA, com sede em Tallahassee Juiz Mark Walker presidirá a audiência.
Um julgamento com júri está marcado para novembro de 2025.
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