Sergio Lima/Poder360
Em uma declaração contundente no X, Fábio Wajngarten, que passou de ex-secretário de comunicação do governo de Jair Bolsonaro para seu advogado, demonstrou sua indignação com os vazamentos seletivos relacionados à delação do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o coronel do exército Mauro Cid.
Wajngarten afirmou: “Vazamentos seletivos e não dar acesso às defesas técnicas do que realmente consta nos autos ferem qualquer processo democrático. As revelações de hoje só endossam uma delação encomendada e fabricada conforme o gosto do freguês. Infelizmente meu amigo Cid peca em participar de um teatro viciado, de enredo e temática única, que será desmontado por completo pelos competentes advogados dos envolvidos. Qualquer acareação simples evidenciará o óbvio. A história de um lado só tem data de validade.”
A crítica de Wajngarten surge em um contexto onde a delação de Mauro Cid tem sido amplamente discutida na mídia, levantando questões sobre a integridade do processo legal e a transparência das investigações. Ele argumenta que os vazamentos seletivos não apenas prejudicam o devido processo legal mas também manipulam a percepção pública sobre os fatos.
A declaração de Wajngarten também sugere um questionamento sobre a credibilidade da delação de Cid, implicando que a narrativa apresentada pode ser unilateral e potencialmente manipulada para atender a interesses específicos. Ele enfatiza a necessidade de um confronto direto entre as partes envolvidas para esclarecer a verdade, indicando que uma acareação poderia revelar discrepâncias ou inconsistências na versão apresentada por Cid.

