Home Nóticias Pego na mentira: Lula precisa de R$ 13 bilhões para encaixar o Pé-de-meia no orçamento

Pego na mentira: Lula precisa de R$ 13 bilhões para encaixar o Pé-de-meia no orçamento

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O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, disse nesta segunda-feira (10) que ainda não há solução para encaixar os R$ 13 bilhões previstos para o programa Pé-de-Meia no Orçamento deste ano.

O ministro deu a declaração em entrevista a jornalistas nesta manhã, após se reunir com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

“Essa questão que ainda não está solucionada, dos R$ 13 bilhões que serão gastos esse ano, conforme o cálculo da equipe técnica”, afirmou.

De acordo com Nardes, o governo poderá propor uma solução para esse encaixe, mas para isso terá de cortar verba de outro setor para compensar o gasto com o Pé-de-Meia.

“O governo pode encontrar uma forma de solucionar, mas vai ter que tirar de algum setor ou outro. Por isso nós temos que encontrar uma saída ainda entre hoje e quarta-feira”, disse.

O ministro terá reuniões com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e com o ministro da Educação, Camilo Santana, ainda nesta segunda-feira para debater o tema. Segundo ele, além de encontrar uma solução para acomodar a despesa no orçamento de 2025, será necessário apresentar uma resolução para as irregularidades na execução do programa em 2024.

“Nós estamos buscando um diálogo. É um programa importante para o país. O Tribunal não é contra o programa. O que nós queremos é que seja ajustado via orçamento. […] Entre amanhã e quarta-feira, vamos encontrar um caminho que possa contemplar todas a comunidades de estudantes que precisam desse apoio”, declarou.

O plenário do TCU deu aval, em 22 de janeiro, à medida cautelar que determinou o bloqueio de parte dos recursos destinados ao programa Pé-de-Meia.

Na avaliação dos auditores do TCU, o programa Pé-de-Meia foi desenhado de uma forma em que está sendo operado fora do orçamento da União, desrespeitando as regras fiscais.

A área técnica identificou que os recursos para pagamentos aos estudantes, resultantes de aplicações do Fundo de Custeio e Gestão da Poupança de Incentivo à Permanência e Conclusão Escolar para Estudantes do Ensino Médio (Fipem), onde estão depositados os recursos do programa, não estavam previstos na Lei Orçamentária Anual. O governo agora busca soluções para reverter a decisão do Tribunal.

Fonte: CNN Brasil



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