A Presidência de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) no Senado e, sobretudo, detalhes não revelados de acordos que ele firmou com a direita para voltar a comandar a Casa no biênio 2025-2026, poderão servir à transição para o período seguinte, com a perspectiva de um plenário de viés conservador.
A principal razão disso é que a oposição e o próprio Alcolumbre calculam que uma maioria direitista entre os 81 senadores pode ser formada a partir de 2027. Dois terços das vagas no Senado serão renovadas nas próximas eleições.
Sabe-se nos bastidores que suas negociações para retomar a chefia do Congresso consideraram a tendência geral do cenário político, em favor do centro e da direita. Nesse cenário, a escolha de Eduardo Gomes (PL-TO) como vice-presidente adveio, por exemplo, de acertos com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados, para garantir à oposição postos de decisão.
Com informações gazeta do povo