Entre as autoridades presentes estavam o vice-presidente Geraldo Alckmin; os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP); e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Dos 11 ministros do STF, sete compareceram, além de Moraes. Entre eles, Luís Roberto Barroso, atual presidente da Corte, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Edson Fachin, Nunes Marques, Luiz Fux e Flávio Dino.
Segundo relatos de ao menos três fontes presentes, em uma rodinha de conversa, Eduardo foi chamado por convidados de “frouxo” e de “bananinha”, apelido comumente usado por opositores do deputado.
O apelido “bananinha” remonta a uma entrevista do atual senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) em 2020, quando ele ainda era vice-presidente da República de Jair Bolsonaro.
Na entrevista, Mourão comentou uma declaração de Eduardo acusando a China pela propagação do coronavírus no mundo. O então vice-presidente disse que, apesar do sobrenome, a frase não representava o governo.
“O Eduardo Bolsonaro é um deputado. Se o sobrenome dele fosse Eduardo Bananinha não era problema nenhum. Só por causa do sobrenome. Ele não representa o governo. Não é a opinião do governo. Ele tem algum cargo no governo?”, declarou Mourão em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.
O jantar ocorreu horas após Eduardo anunciar que tiraria uma licença não remunerada da Câmara para morar por um tempo nos Estados Unidos, por medo de ter o passaporte apreendido por Moraes.