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Esquerda se apropria das universidades para criar “horda de capangas”

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Em entrevista ao programa ALive nesta quarta-feira (13), o vereador Rubinho Nunes (União Brasil-SP) afirmou que os atos estudantis recentes em São Paulo são, na avaliação dele, uma “horda de vagabundos instrumentalizados por partidos de esquerda”.

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“Que se apoderaram de diretórios acadêmicos das universidades para promover o ambiente universitário como locais de cooptação, doutrinação e mobilização política”, afirmou o vereador.

Rubinho, junto com o também vereador Adrilles Jorge, foi agredido na última segunda (11) durante um dos atos de militantes das universidades públicas de São Paulo. Ele disse ter sofrido uma “pequena fissura” no nariz durante o confronto com “estudantes”.

Segundo o parlamentar, o cenário das manifestações recentes é uma “situação animalística”: “A gente tem que fazer um paralelo que logo após a Dilma cair em 2016, tão logo como o Michel Temer assumiu, houve uma paralisação geral nas universidades, ao mesmo modo que acontece agora na USP”.

“Essa paralisação não é mobilizada pela ampla maioria dos estudantes. Boa parte dos estudantes querem estudar, mas têm medo de ir até a universidade e ser agredidos, atacados por essas pessoas”, disse Rubinho. “Existe uma minoria de matriculados, porque estudantes não são, que se valem dessa condição para promover a paralisação”.

Ainda de acordo com ele, uma “outra grande maioria” não seria de estudantes, mas de pessoas ligadas à União da Juventude Comunista e a “partidos políticos como o Psol”, “que se apropriaram desses ambientes acadêmicos para criar uma horda de jagunços, de capangas, de cangaceiros que criam volume nesses atos e partem para a agressão”.

De acordo com Rubinho, o movimento seria uma “instrumentalização” da esquerda para atacar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e teria relação com a tentativa de projeção de Fernando Haddad, aliado de Lula, como nome para o governo paulista, garantindo “palanque” na capital.

Na avaliação do vereador, a greve é usada “para tentar, de alguma maneira, arranhar a imagem do governador”.

Em outro momento da entrevista, Rubinho questionou: “Em que momento questionar uma pessoa permite que ela parta para a agressão de maneira animalesca? As agressões que nós sofremos só mostram que as pessoas que estavam ali não são estudantes, são elementos que não têm a capacidade de contra-argumentar, se tem, hostilizar sim, mas com palavras, não com agressão”.

“Desde quando a vítima é culpada, desde quando a pessoa agredida simplesmente por vocacionar, por verbalizar, é a culpada?”, questionou Rubinho.

“Seria o mesmo que dizer que uma mulher foi estuprada é culpada por usar roupa curta. É inadmissível, e é isso que eles propagam, são hipócritas”.

Rubinho também defendeu uma investigação nas universidades públicas, afirmando que há alto investimento e baixa produção: “Há produção pura e simplesmente ideologizada, com conteúdos pautados ao alinhamento ideológico. A produção intelectual está prejudicada, por mais que haja um investimento”.

Foto: Reprodução/YouTube @ClaudioDantasOficial

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