O presidente dos EUA, Donald Trump, visitará a China entre os dias 13 e 15 de maio, a convite do ditador comunista chinês Xi Jinping. O anúncio foi feito nesta manhã (11) pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Pequim, Guo Jiakun.
“A China está disposta a trabalhar com os EUA em um espírito de igualdade, respeito e benefício mútuo para expandir a cooperação, administrar as diferenças e instaurar maior estabilidade e segurança em um mundo instável e interconectado”, declarou Guo em coletiva.
Além de temas comerciais, a reunião entre os líderes deve abordar o conflito no Oriente Médio e a situação de Taiwan, ilha reivindicada pelo regime chinês.
“Os responsáveis pela política dos EUA não devem subestimar a importância de Taiwan para a estabilidade das relações” entre Pequim e Washington, escreveu o China Daily, jornal do partido comunista, em editorial.
Segundo o jornal, “uma coordenação mais estreita entre China e EUA ajudaria a estabilizar as expectativas globais, apoiar os mercados internacionais e fortalecer a confiança na recuperação econômica global”.
Ainda assim, o veículo do regime comunista afirma que “a questão de Taiwan não é simplesmente uma entre muitas questões em jogo”, mas sim “o cerne dos interesses fundamentais de Pequim e a linha vermelha mais delicada nas relações bilaterais”.