Home Nóticias Messias sai de férias depois de rejeição histórica no Senado – Paulo Figueiredo

Messias sai de férias depois de rejeição histórica no Senado – Paulo Figueiredo

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Chefe da AGU se afasta de funções públicas e avalia permanência no governo Lula

O advogado-geral da União, Jorge Messias, inicia um afastamento das atividades públicas nesta quarta-feira, 13. A decisão ocorre depois de o Senado rejeitar seu nome para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações reveladas pelo jornal Folha de S.Paulo, Messias deve tirar duas semanas de férias para decidir se permanece ou não na gestão Lula.

O ministro confidenciou a aliados que vive um “período de silêncio”. O objetivo é sair do centro do noticiário para evitar que sua presença prejudique processos de interesse da União. Messias teme que sua imagem de derrotado “contamine” teses jurídicas importantes e desvie o foco dos magistrados no plenário do STF.

Ausência em julgamentos bilionários

A estratégia de distanciamento já mudou a rotina da Advocacia-Geral da União (AGU). Messias não participou do julgamento sobre a divisão dos royalties do petróleo, um caso que envolve cerca de R$ 9 bilhões por ano. Em processos anteriores, como o que tratou de trabalhadores de aplicativos, ele fez questão de realizar a sustentação oral pessoalmente.

Desta vez, o memorial da AGU foi assinado pelo substituto, Flávio José Roman, e a defesa no tribunal coube à advogada Andrea Dantas. O recuo serve para proteger o governo de novos desgastes políticos dentro do Judiciário. Aliados aconselham o ministro a delegar as tarefas públicas a uma equipe de confiança até que o clima em Brasília esfrie.

Permanência sob dúvida

Jorge Messias chegou a cogitar a entrega do cargo logo que o resultado do Senado foi confirmado. Ele se reuniu com o presidente Lula no Palácio da Alvorada ainda sob o impacto da rejeição histórica. O petista, no entanto, pediu que o auxiliar não tome decisões precipitadas e insistiu em sua continuidade no comando do órgão.

Aliados afirmam que Messias foi vítima de uma disputa política entre o Congresso e o Executivo, e não de uma falha pessoal. O plano agora é que ele retorne no dia 25 de maio para coordenar as atividades apenas na parte interna. A função de representar a União na tribuna do Supremo deve ficar suspensa até que o ministro recupere o fôlego político.

Crédito Revista Oeste



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