NOVA LONDRES, Connecticut (WTNH) — O senador americano Richard Blumenthal (D-Conn.), presidente do Subcomitê Permanente de Investigações (PSI), divulgou um relatório na quarta-feira destacando o que ele disse serem relatos em primeira mão de soldados, oficiais e cadetes da Academia da Guarda Costeira que sofreram agressão sexual, assédio e outras formas de má conduta.
O relatório de 49 páginas, Um problema generalizado: vozes de sobreviventes de assédio e agressão sexual da Guarda Costeirafoi libertado antes da audiência de quinta-feira no Connecticut College em New London, onde três denunciantes devem testemunhar perante Blumenthal.
“As vozes desses denunciantes deixam claro que a agressão sexual e o assédio sexual na Guarda Costeira são problemas de toda a frota, impactando membros alistados e oficiais tão amplamente quanto cadetes”, escreveu Blumenthal no relatório. “Por muito tempo, os sobreviventes da Guarda Costeira se sentiram ignorados e não vistos. Eles foram ignorados e silenciados. Este relatório busca reparar esse dano.”
O relatório apresenta relatos de mais de 80 denunciantes que se apresentaram para relatar suas experiências pessoais na Guarda Costeira e na Academia da Guarda Costeira, da década de 1970 até a década de 2020, desde que a PSI abriu um inquérito sobre má conduta sexual na Guarda Costeira em setembro de 2023.
Em junho, O News 8 falou com Shannon Norenbergque renunciou após servir como coordenadora de resposta a agressões sexuais na Academia da Guarda Costeira por 11 anos porque disse que os oficiais da Guarda Costeira a instruíram a “mentir” para as vítimas de agressão, para o Congresso e se tornar uma cúmplice involuntária no acobertamento deles.
Norenberg criou a Fundação MAST para fornecer assistência jurídica às vítimas de trauma sexual militar. As informações podem ser encontrado aqui.
O News 8 entrou em contato com a Academia da Guarda Costeira para comentar o relatório de Blumenthal.
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