A vitória de Donald Trump nas eleições norte-americanas gerou uma onda de choque que reverberou internacionalmente, causando descontentamento em setores progressistas e na Suprema Corte Brasileira, especialmente entre os que travaram batalhas contra Elon Musk, um notável aliado de Trump, além do republicano vencer, o seu partido ainda levou o Senado e provavelmente terá a maioria na câmara dos Deputados de lá, uma força política que há muito não se via na maior potência financeira e bélica do mundo.
Musk, conhecido por suas empresas inovadoras como a Starlink e a rede X, entrou em disputa com o STF através do ministro Alexandre de Moraes. Em uma ação inédita, Moraes chegou a suspender a operação da rede social X no Brasil e bloqueou recursos financeiros da Starlink, decisões que foram aplaudidas por defensores da regulamentação das mídias sociais, especialmente na mídia tradicional e entre progressistas.
Entretanto, Musk rapidamente identificou que a luta não era apenas contra o STF, mas sim contra o Estado brasileiro alinhado com o ministro Alexandre de Moraes. Esta hostilidade impôs derrotas para Musk, algo raro em sua trajetória empresarial. Reconhecendo a magnitude do desafio, Musk decidiu apoiar de forma decisiva a campanha de Trump, contribuindo significativamente, tanto financeiramente quanto com uma campanha contínua nas mídias sociais.
Este apoio fortaleceu Trump, que assumirá a presidência em 2025, levando a um novo campo de batalha entre o Brasil e seu governo. O STF, particularmente o ministro Alexandre de Moraes, agora enfrenta um adversário muito combativo em Trump, cujas políticas impetuosas são temidas até mesmo pelas grandes potências mundiais. Moraes, contudo, tem se mostrado resiliente diante de pressões internas e externas e aparentemente recebeu o resultado com naturalidade.
O cenário político entre Brasil e EUA em 2025 promete ser tenso, comparável a um furacão de categoria 5, com desafios nunca antes vistos na história diplomática entre os dois países. A detenção temporária de um importante colaborador de Trump no aeroporto de Brasília pela Polícia Federal em 2021, sob ordens do STF, acentuou ainda mais a tensão, sinalizando um provável confronto de proporções históricas. Para completar esse enredo típico de filmes hollywoodianos a cereja do bolo foi a declaração do presidente Lula apoiando a derrotada Kamala Harris e comparando o governo Trump ao novo nazismo mundial.
Por Júnior Melo