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Pacientes internadas após queda de avião em Gramado permanecem em estado grave

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Duas mulheres, de 51 e 56 anos, foram encaminhadas aos hospitais Cristo Redentor e de Pronto Socorro (HPS), na Capital, referências no Estado para tratamento de queimaduras severas. Apesar da gravidade dos ferimentos, suas condições são consideradas estáveis

Após o acidente aéreo que aconteceu em Gramado no domingo (22), vitimando todas as 10 pessoas de uma família a bordo de uma aeronave de pequeno porte que caiu, duas mulheres que sofreram queimaduras de segundo e terceiro grau em solo precisaram ser transferidas para Porto Alegre. As pacientes foram encaminhadas aos hospitais Cristo Redentor e de Pronto Socorro (HPS) ainda na tarde de domingo, e, nesta segunda-feira (23), seguem internadas em estado grave. Tanto o Cristo Redentor quanto o HPS são considerados centros de referência no Estado para o tratamento de pessoas que sofreram queimaduras severas.

No Cristo Redentor, está uma paciente de 51 anos. Segundo os médicos, ela teve cerca de 30% do corpo queimado, principalmente na parte superior. Seu estado de saúde é grave, mas é considerado, no momento, estável.

— Ela segue em estado grave. Já chegou em estado grave, já em ventilação mecânica, já com sedação, e ela vem se mantendo ainda nesse quadro, que é esperado, inclusive, mas segue estável. Em estado grave, sempre está em risco, mas há uma expectativa positiva — afirma Fernanda Zanotto, gerente de internação do Hospital Cristo Redentor.

Também de acordo com Fernanda, a paciente tem lesões de segundo e terceiro graus. No momento, a estimativa é de que ele fique pelo menos 30 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, e então continue recebendo cuidados na enfermaria, em leito de internação para queimados.

— Tem todo um protocolo de atendimento a lesões de queimadas, onde se faz a limpeza dessas queimaduras e reposição hídrica, porque o paciente queimado perde muito líquido. Então, o tratamento principal é esse, ir tratando a queimadura com limpeza cirúrgica, curativos e repondo esses líquidos, além de ir controlando a pressão e a infecção — explica Fernanda.

A outra ferida, de 56 anos, tem cerca de 43% da superfície corporal queimada, o coordenador de enfermagem da UTI do HPS, Tiago Fontana. Ela também sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus.

— Com esses critérios, ela se enquadra em um quadro de alta complexidade e exige muitos cuidados. No momento, ela está estável, respirando sem a ajuda de aparelhos, mas ainda em cuidados críticos, considerada em estado grave, porque é uma paciente que está fazendo reposição volêmica e que precisa de cuidados de terapia intensiva — relata Fontana.

A paciente teve queimaduras nas pernas, nos braços, nas costas e no dorso. Diferentemente da pessoa internada no Cristo Redentor, não está sedada.

— O tratamento agora é com cuidados hemodinâmicos, reposição volêmica de soro, cuidados com a ferida, analgesia e avaliações diárias da cirurgia plástica, da equipe da enfermagem, além das avaliações constantes do estado geral — reforça Tiago, projetando ainda que a paciente pode ficar internada na UTI por um período entre 30 e 40 dias.

Fonte: Gauchazh



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