Nele, as mulheres recebem as primeiras informações sobre onde denunciar o assédio e que provas precisam coletar.
O atendimento é completamente confidencial e começa por meio do preenchimento de um formulário virtual.
Ao menos sete em cada 10 mulheres brasileiras têm medo de passar por assédio sexual durante o Carnaval.
Metade (50%) das pessoas que participaram de uma entrevista realizada pelo Instituto Locomotiva e pelo QuestionPro já passou por situações semelhantes.
A pesquisa, que ouviu 1.507 homens e mulheres de 18 anos ou mais, entre 18 a 22 de janeiro de 2024, apontou que seis em cada 10 mulheres acredita que o Carnaval de hoje em dia é tão arriscado quanto no passado.
A líder de direito das mulheres do Instituto Natura, Beatriz Accioly, conversou com o Metrópoles sobre o assunto e deu dicas de como identificar, o que fazer e o que não fazer diante de uma situação de assédio no Carnaval.
“Assédio sexual, no Carnaval e fora dele, são quaisquer tipos de conduta que sejam indesejadas e não autorizadas; que envolvam toques, avanços, gestos ou palavras de caráter sexual, ou que façam alguma alusão a isso, e quaisquer condutas também que sejam feitas sem o consentimento da outra pessoa”, definiu.
Com informações metrópoles