Casa Nóticias Polícia Federal investiga Lulinha por suposta sociedade com dono de sítio – Paulo Figueiredo

Polícia Federal investiga Lulinha por suposta sociedade com dono de sítio – Paulo Figueiredo

por admin
0 comentário


A Polícia Federal apura se Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, manteve uma sociedade informal e oculta com os empresários Fernando Bittar e Roberta Luchsinger. A investigação foca na obtenção de vantagens privadas e contratos no governo federal por meio de influência política. O caso ganha relevância por envolver Bittar, oficialmente dono do sítio de Atibaia frequentado pela família Lula.

Como funcionava a sociedade informal entre os investigados?

Os investigadores identificaram indícios de que Lulinha, Fernando Bittar e Roberta Luchsinger atuavam juntos para obter benefícios privados usando o livre acesso que possuíam a nomes do alto escalão do governo federal. Essa prática, que a PF descreve como uma ‘aparente sociedade informal’, teria ultrapassado os limites éticos do lobby tradicional, que é a defesa legítima de interesses. No caso em questão, o objetivo seria facilitar contratos públicos e promover mudanças em leis para favorecer negócios específicos, sempre com a expectativa de receber retornos financeiros por essas articulações.

Qual é o papel do dono do sítio de Atibaia nesta nova investigação?

Fernando Bittar, que é oficialmente um dos proprietários do Sítio Santa Bárbara, em Atibaia, reaparece como figura central por sua ligação antiga e comercial com Lulinha. Na época da Lava Jato, o sítio foi alvo de polêmica porque, embora registrado em nome de Bittar e de Jonas Suassuna, era frequentado assiduamente pela família do ex-presidente Lula. Agora, a Polícia Federal analisa se essa relação pessoal privilegiada e o histórico de parcerias em negócios privados foram novamente utilizados para abrir portas dentro de órgãos públicos federais e viabilizar interesses de empresários.

O que as mensagens trocadas revelam sobre a atuação do grupo na Saúde?

A investigação detalha diálogos onde Roberta Luchsinger menciona a necessidade de colocar ‘Fábio em cima do Berge’, referindo-se a Lulinha e a Swedenberger Barbosa, então número dois do Ministério da Saúde. O objetivo central seria viabilizar um contrato para o fornecimento de medicamentos à base de canabidiol para o SUS, através de uma empresa ligada a Antonio Carlos Fagundes. Além disso, a PF identificou pagamentos de aproximadamente R$ 250 mil feitos por Roberta para custear despesas pessoais de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, então chefe de gabinete da Presidência.

Quais são os argumentos apresentados pelas defesas dos envolvidos?

A defesa de Lulinha nega qualquer prática de tráfico de influência, ressaltando que ele vive na Espanha e não possui vínculos com negócios no Palácio do Planalto. Os advogados também criticam a conduta de setores da PF, alegando motivações políticas. Já o ex-chefe de gabinete Marcola admite ter recebido valores de Roberta Luchsinger, mas sustenta que o dinheiro era referente a um empréstimo pessoal já quitado com juros. O ministro do STF, André Mendonça, inclusive, determinou uma apuração para verificar se houve vazamento ilegal de dados sigilosos por parte de funcionários públicos.

Crédito Gazeta do Povo



Source link

Você pode gostar também

Design sem nome (84)

Sua fonte de notícias para brasileiros nos Estados Unidos.
Fique por dentro dos acontecimentos, onde quer que você esteja!

TV BRAZIL USA- All Right Reserved. Designed and Developed by STUDYO YO