O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou nesta manhã (26) que fiscais do PL, partido de Flávio Bolsonaro, tenham sido expulsos da sala-cofre da Corte durante a apuração dos votos. Em nota, o tribunal afirmou que o espaço não é aberto à visitação e disse que os representantes do partido tiveram acesso a outras áreas destinadas ao acompanhamento da totalização dos resultados.
“A sala-cofre do TSE não é um espaço aberto à visitação”, afirmou a Justiça Eleitoral. “Todas as demais unidades e áreas do Tribunal, como a Sala de Totalização, podem ser visitadas por fiscais de partidos, observadores internacionais, advogados e membros do Ministério Público, entre outros, que acompanham, de lá, desde o início, a totalização e a divulgação dos resultados do pleito”, prosseguiu o TSE.
Segundo a Corte Eleitoral, dois fiscais do PL estiveram no tribunal para acompanhar o Teste de Integridade das Urnas, realizado no subsolo do edifício-sede, em Brasília. Eles também passaram pela Sala de Totalização e pela Sala dos Partidos Políticos, localizada no 5º andar.
“Há registro de presença nos locais visitados, além de filmagem na Sala de Totalização, que comprovam o acesso livre dos fiscais às unidades do TSE”, afirmou o tribunal.
Após o TSE confirmar a vitória de Lula (PT), Flávio Bolsonaro declarou, em discurso, ser “impossível” reconhecer a derrota e que vai pedir a anulação do pleito. Na mesma fala, afirmou que a Corte havia retirado fiscais do PL da sala-cofre.
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