Home Nóticias Hillary Clinton defendeu a censura nas redes sociais como uma maneira de as elites manterem o “controle total” das narrativas públicas. – Paulo Figueiredo

Hillary Clinton defendeu a censura nas redes sociais como uma maneira de as elites manterem o “controle total” das narrativas públicas. – Paulo Figueiredo

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Foto – Anna Moneymaker / Getty Images file

Recentemente, Clinton afirmou em entrevista à CNN que as plataformas de redes sociais precisam moderar o conteúdo ou “perderemos o controle total”.

Para ela, a Seção 230 da Lei de Comunicações, que protege as plataformas da responsabilidade sobre o conteúdo de terceiros, deveria ser revogada, alegando que, sem “moderação”, o impacto nas redes vai além dos efeitos sociais, afetando diretamente a “realidade”. Clinton ainda sugeriu que aqueles que divulgarem “informações erradas” sejam processados criminalmente como medida de dissuasão.

Nos últimos tempos, tanto Clinton quanto outras figuras públicas, como o ex-secretário de Estado Kerry, expressaram opiniões semelhantes, vendo a Primeira Emenda, que protege a liberdade de expressão, como um “obstáculo” ao “progresso”. Para Clinton, a falha em “moderar” o conteúdo pode levar à perda de controle das elites que já moldam a narrativa pública há décadas. Ela cita exemplos de “desinformação” sobre temas como o coronavírus e o laptop de Hunter Biden, argumentando que sem “controle adequado”, as consequências podem ser graves tanto social quanto politicamente.

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