Crime
A trama reflecte o que as autoridades federais descreveram como esforços contínuos do Irão para atingir funcionários do governo dos EUA, incluindo Trump, em solo americano.
O ex-presidente republicano candidato à presidência, Donald Trump, assiste a uma tela de vídeo em um comício de campanha no Salem Civic Center, sábado, 2 de novembro de 2024, em Salem, Virgínia. AP Foto/Evan Vucci
WASHINGTON (AP) – O Departamento de Justiça revelou na sexta-feira acusações criminais em uma conspiração iraniana frustrada para matar o presidente eleito Donald Trump antes desta semana eleição presidencial.
Uma queixa criminal apresentada no tribunal federal de Manhattan alega que um funcionário não identificado da Guarda Revolucionária paramilitar do Irão instruiu um contacto, em Setembro passado, a elaborar um plano para vigiar e, em última análise, matar Trump.
Se o homem, identificado como Farjad Shakeri, não conseguisse criar um plano até então, dizia a denúncia, o funcionário disse-lhe que o Irão iria suspender o seu plano até depois da eleição presidencial porque o funcionário acreditava que Trump perderia e seria mais fácil assassinar. ele então, dizia a denúncia.
Shakeri disse ao FBI que não planejava propor um plano para assassinar Trump dentro dos sete dias solicitados pelo funcionário, de acordo com a denúncia.
A conspiração, cujas acusações foram reveladas poucos dias depois da derrota de Trump sobre a democrata Kamala Harris, reflecte o que as autoridades federais descreveram como esforços contínuos do Irão para atingir funcionários do governo dos EUA, incluindo Trump, em solo americano.
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