HARTFORD, Connecticut (WTNH) – O Departamento de Crianças e Famílias de Connecticut ficou aquém de sua meta de colocar 70% das crianças com membros da família e não os procurou de forma consistente, de acordo com uma auditoria divulgada quarta-feira.
Entre as conclusões da auditoria estatal às práticas de parentesco do departamento está que o CTDCF não “monitorou adequadamente os esforços para identificar parentes” e nem sempre procurou membros da família nos escritórios locais.
A “meta aspiracional” de colocar 70% das crianças sob cuidados do CTDCF não foi alcançada, com as taxas de colocação permanecendo estáveis desde 2015, de acordo com o relatório. A equipe de apoio aos cuidadores também não cumpriu os prazos contratuais.
Em resposta, o estado recomenda múltiplas correções, incluindo a criação de políticas para padronizar as buscas e a alteração de uma lei estadual para exigir que o departamento identifique os membros da família e os alerte de que a criança foi retirada de casa.
Na auditoria, o CTDCF escreveu que “não concordamos com esta conclusão”.
“Os dados citados no relatório mostram uma busca consistente por parentes durante o período de auditoria”, diz a resposta. “O próprio relatório conclui especificamente que ‘…os números em todo o estado apoiam [their] manteve esforços para atender ao padrão desde a saída do decreto de consentimento…’. A auditoria parece concluir que o limite desatualizado de ‘85%’ é o barômetro para determinar se cada escritório individual procurou ‘consistentemente’ por parentes.”
Observa que a meta de 70% está bem acima da média nacional de 38%. Em Connecticut, 52% das crianças em lares adotivos vivem com um parente.