A Corte Eleitoral abriu uma licitação em 1995 para a construção da urna. A elaboração do projeto técnico de hardware e software foi feita por especialistas em informática, eletrônica e comunicações da Justiça Eleitoral, das Forças Armadas, do Ministério da Ciência e Tecnologia, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e do Ministério das Comunicações.
A empresa que venceu a licitação subcontratou a Omnitech Serviços em Tecnologia e Marketing LTDA, da qual Carlos Rocha é sócio, para desenvolver a estrutura do equipamento.
Em 1996, ele entrou com pedido de patente junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Economia.
O pedido foi negado pelo instituto, que justificou que faltava o “requisito da novidade”, uma vez que o TSE havia publicado um edital detalhando as especificações do equipamento.