Assinado pelo subtenente Michel Rodrigues Lemos, o documento do 16º BPM (Olaria), um “formulário de apuração sumaríssima de falecimento”, observa que a morte se deu “no deslocamento entre a sua residência e a organização policial militar em que serve ou local de trabalho”. Além disso, outra parte do formulário preenchida afirmativamente é o “parecer de falecimento com indícios de ato de serviço”.
O documento ressalta ainda que o policial morto “estava trajando o 6º RUPMERJ”, como é nomeada a farda da corporação, e que o sargento “estava de serviço na faxina” naquela ocasião.
Lotado no 41º BPM (Irajá), o agente circulava pelos acessos da comunidade do Quitungo, na Rua Orica, quando foi encontrado pelos bandidos. Depois de morto, seu corpo foi colocado em um carro pelos criminosos, que soltaram o veículo, desgovernado, numa ladeira. Após quase capotar, o automóvel bateu em duas casas até parar. A cena foi flagrada pelo Globocop, da TV Globo.