Home Nóticias Desaprovação de Lula chega a 50%, mas ele acha que “o problema é de comunicação” e não de conteúdo

Desaprovação de Lula chega a 50%, mas ele acha que “o problema é de comunicação” e não de conteúdo

by admin
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Ao completar dois anos de governo, o retrospecto de Lula é indecente. Se seu governo estivesse no Brasileirão, provavelmente estaria na lanterninha da tabela de classificação e seria rebaixado para a série B. Ou para a série C diretamente, se fosse possível, com a “ajuda” inestimável de sua companheira, “Lady” Janja, cuja aprovação, de acordo com pesquisa divulgada pela Quaest no fim do ano, caiu quase pela metade desde o início do mandato do “maridão”, para apenas 22%.

São tantas as possibilidades para explicar o tombo de Lula nas pesquisas que é até difícil enumerar todas elas aqui. Mas, mesmo destacando apenas o que vem na mente de forma aleatória, já dá para mais do que justificar sua queda. Nem precisa levar em conta seus incontáveis impropérios verbais, geralmente suavizados como “gafes” no noticiário.

Nas relações externas, por exemplo, a gente pode falar do apoio dado ao ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, expresso agora por meio do envio da embaixadora brasileira em Caracas para representar o Brasil em sua posse. Ou da postura dúbia que Lula adotou quando ficou patente a fraude perpetrada por Maduro contra a oposição nas eleições presidenciais.

Dá para falar também de sua postura pró-Hamas desde que os atos terroristas cometidos pelo grupo em 7 de outubro de 2023 levaram à reação de Israel e à guerra em Gaza. Ou do envio do vice-presidente, Geraldo Alckmin, para representá-lo na posse do novo presidente do Irã, ao lado da “nata” do terrorismo internacional. Ou ainda de sua postura pró-Putin na Guerra da Ucrânia. Ou de sua interferência nas eleições argentinas, ao enviar marqueteiros que atuaram em sua campanha em 2022, para tentar ajudar os peronistas a derrotar Milei.

Na economia, para discorrer sobre a folha corrida de Lula 3 também não precisa de muito esforço. Mas, entre todas as suas “realizações”, talvez nenhuma seja tão emblemática quanto sua sanha tributária, que atingiu milhões de contribuintes, das mais diferentes formas, e rendeu a seu ministro da Fazenda o apelido “carinhoso” de “Taxad” e uma infinidade de memes nas redes sociais.

 

Tem também a alta do dólar, provocada pelas incertezas na gestão da economia, e da inflação, que transformou numa miragem o “churrasquinho” com picanha e “aquele chopinho” prometidos na campanha. Isso sem falar dos juros estratosféricos, que o Banco Central tem de praticar, para evitar a disparada de preços provocada pelo excesso de gastos do governo, que gera déficits recorrentes no Orçamento e turbina a dívida pública.

E, para não estender muito este capítulo, não dá para esquecer dos déficits bilionários das estatais, da ingerência do governo na Petrobras, da tentativa de interferir na gestão de empresas privadas, como a Vale, e das dúvidas que pairam sobre as estatísticas do IBGE sob a gestão do economista do PT, Marcio Pochmann, indicado por Lula para o cargo.

Com informações estadão



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