Home Nóticias ALERTA: Uso excessivo de telas pode gerar sintomas parecidos com autismo; entenda

ALERTA: Uso excessivo de telas pode gerar sintomas parecidos com autismo; entenda

by admin
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O uso regular de dispositivos eletrônicos por crianças tem atraído atenção e preocupação crescentes. Itens como televisores, tablets e smartphones são frequentemente usados como solução rápida para entreter crianças e auxiliar pais em suas rotinas. Todavia, estudos indicam que este hábito pode impactar significativamente o comportamento e o desenvolvimento infantil.

Exemplos como o de Nadia Peres, que observou mudanças no comportamento de seu filho Breno após eliminar o uso de telas, ilustram desafios para muitas famílias. Breno demonstrava comportamento similar ao autismo, levando sua mãe a procurar ajuda profissional. Com a retirada das telas, observou-se melhora no comportamento, incluindo redução da agressividade e aumento da sociabilidade.

Telas e Desenvolvimento Infantil: Existe Relação com o Autismo?

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O uso regular de dispositivos eletrônicos por crianças tem atraído atenção e preocupação crescentes. Itens como televisores, tablets e smartphones são frequentemente usados como solução rápida para entreter crianças e auxiliar pais em suas rotinas. Todavia, estudos indicam que este hábito pode impactar significativamente o comportamento e o desenvolvimento infantil.

Exemplos como o de Nadia Peres, que observou mudanças no comportamento de seu filho Breno após eliminar o uso de telas, ilustram desafios para muitas famílias. Breno demonstrava comportamento similar ao autismo, levando sua mãe a procurar ajuda profissional. Com a retirada das telas, observou-se melhora no comportamento, incluindo redução da agressividade e aumento da sociabilidade.

Telas e Desenvolvimento Infantil: Existe Relação com o Autismo?
Especialistas identificam uma potencial ligação entre a exposição excessiva às telas e comportamentos autistas em crianças. O neuropediatra Anderson Nitsche aponta que o uso excessivo de telas pode prejudicar a socialização e gerar comportamentos repetitivos. A psicóloga Mayra Gaiato ressalta que, ainda que as telas não causem autismo, seu uso excessivo pode intensificar sintomas de transtornos do neurodesenvolvimento.

Críticos indicam que as telas podem prejudicar o desenvolvimento de habilidades sociais e cognitivas essenciais nos primeiros anos. Estudos iniciais sugerem que a redução no tempo de tela pode reverter esses efeitos, evidenciando a plasticidade cerebral em desenvolvimento.

Por que as Telas Influenciam Tanto as Crianças?
Interagir com dispositivos eletrônicos libera dopamina no cérebro, e seu excesso pode desencadear alterações emocionais e comportamentais. Além disso, o tempo em telas pode substituir interações sociais cruciais para o desenvolvimento linguístico e comportamental saudável.

Redução do contato social: Menos tempo para interações verdadeiras.
Questões de saúde: Aumento do risco de obesidade, problemas visuais e de linguagem.
Excesso de dopamina: Pode levar a dependência e problemas de atenção.
Especialistas alertam que o conteúdo assistido também é vital, pois conteúdos inadequados podem ter impactos ainda mais negativos.

Como Promover um Uso de Telas Saudável?
Equilibrar o uso da tecnologia e interações sociais é uma meta para muitos pais. Recomenda-se definir limites claros para o tempo de tela e escolher conteúdos adequados. Criar momentos para interações familiares, como assistir a programas juntos e discutir, pode mediar efeitos negativos.

Uma sugestão prática é manter apenas uma televisão na casa, incentivando conversas sobre o que assistir. Isso ajuda no desenvolvimento de habilidades de linguagem e interação social nas crianças.

O Futuro: Avaliação Profissional e Consciência dos Pais
Apesar de a relação entre telas e sintomas similares ao autismo ainda estar sendo estudada, é crucial que os pais estejam atentos a sinais de dificuldades comportamentais em seus filhos. Procurar uma avaliação profissional é vital para confirmar questões subjacentes e guiar a melhor intervenção.

Com práticas atentas, é possível mitigar efeitos negativos das telas e promover um desenvolvimento mais saudável. Exemplos como o de Breno mostram a capacidade de mudanças positivas com os cuidados adequados.

Fonte: O antagonista



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