Na esteira de gigantes como Amazon, Microsoft e Meta, o Google anunciou que vai abandonar sua política de diversidade, equidade e inclusão (DEI) para contratação. Por e-mail, a empresa informou a seus funcionários que manterá equipes diversas em seus escritórios, mas não terá mais como meta ampliar a representatividade interna.
“Em 2020, estabelecemos metas ambiciosas de contratação e nos concentramos em expandir nossos escritórios fora da Califórnia e de Nova York para melhorar a representatividade”, disse Fiona Cicconi, diretora de recursos humanos da Alphabet, em um e-mail para a equipe na quarta-feira (5), segundo o jornal Wall Street Journal. “Mas, no futuro, não teremos mais essas metas”.
Desde 2020, quando a cultura woke ganhou força a partir do movimento “Black Lives Matter” (em português, “Vidas Negras Importam”), o Google foi uma das empresas que mais abraçou a bandeira da diversidade. Na época, o presidente-executivo, Sundar Pichai, estabeleceu a meta de aumentar, até 2025, em 30% o número de líderes vindos de grupos sub-representados.
Com inormações gazeta do povoG