28/06/2019 REUTERS/Kevin Lamarque
O Conselheiro de Segurança Nacional, Mike Waltz, anunciou nesta terça-feira que o presidente Donald J. Trump e seu Enviado Especial, Steve Witkoff, conseguiram garantir a libertação do americano Marc Fogel, que estava detido na Rússia. Fogel, um professor americano, havia sido condenado a uma pena de 14 anos de prisão por tráfico de cannabis em “grande escala” após ser encontrado com maconha e óleo de haxixe em sua bagagem no Aeroporto de Sheremetyevo, em Moscou. Esta libertação é vista como um sinal de progresso nas relações entre os Estados Unidos e a Rússia, especialmente em um contexto de tensões geopolíticas.
Marc Fogel, que começou a cumprir sua sentença em junho de 2022, foi designado como detido injustamente pelo governo dos EUA apenas no final de 2024. A sua liberação foi negociada por Trump e Witkoff, que conseguiram um acordo de troca de prisioneiros com a Rússia. A negociação é considerada um gesto de boa-fé por parte do governo russo, potencialmente indicando uma abertura para futuras negociações que poderiam ajudar a aliviar as tensões na região do conflito ucraniano.
Esta ação diplomática de Trump é vista como uma continuação de seus esforços para trazer de volta para os Estados Unidos cidadãos detidos no exterior. Embora os detalhes específicos do acordo não tenham sido revelados, é claro que envolveu concessões de ambos os lados. Fogel deve chegar ao solo americano ainda esta noite, onde será reunido com sua família, marcando um momento de alívio e esperança para aqueles que aguardavam sua libertação há anos.
Por Júnior Melo

