Um homem invadiu uma mansão em Miami (Flórida, EUA) onde vivem oito modelos — incluindo uma brasileira — que produzem conteúdo adulto.
A residência, que vem sendo chamada de nova versão da Mansão da Playboy, é o local onde as criadoras produzem o material erótico para plataformas de entretenimento. Elas alegam ter faturado só em janeiro US$ 15 milhões (R$ 87 milhões).
No último domingo (9/2), o homem chegou a entrar na parte externa da mansão, conhecida como Bop House. Ele seria um antigo stalker da modelo Sophie Rain, que juntamente com Aishah Sofey, teve a ideia de se juntar com amigas no imóvel para trabalhar em conjunto e diminuir os gastos de produção. Sophie também afirmou que precisava de um novo e mais seguro endereço, já que o seu antigo havia vazado nas redes sociais.
Aishah e Sophie assinaram o contrato de locação do complexo de US$ 75 mil (cerca de R$ 440 mil) por mês em dezembro passado. Elas convidaram outras estrelas do OnlyFans da Geração Z — a brasileira Camilla Araujo, de 22 anos, Alina Rose, 24, Julia Filippo, 22, Summer Iris, 19, Ava Reyes, 19, e Joy Mei, 19 — para se mudarem para a mansão, de três andares e seis suítes. Elas contrataram seguranças para manter curiosos afastados, mas eles não conseguiram deter o invasor.
Abordado a distância por Sophie, uma das maiores estrelas mundiais do OnlyFans, com faturamento mensal médio de R$ 35 milhões, o homem se recusou a sair e tentou abrir uma das portas. A modelo chamou a polícia.
Com um megafone, um policial ordenou que o intruso deixasse a residência. Como ele se negou, agentes, incluindo membros da força especial SWAT, entraram na residência e prenderam o homem, de acordo com reportagem no “U.S. Sun”. Sophie disse que vai rever os procedimentos de segurança da Bop House após o incidente.
O grupo de modelos já teve que se mudar de outra casa em Miami por casa do recorrente assédio.
“Fãs apareciam constantemente na casa. Tivemos invasões enquanto estávamos fora e os fãs estavam constantemente nos observando, então fomos forçadas a nos mudar. Tínhamos multidões do lado de fora e as pessoas batiam na porta todos os dias. Como a casa ficava em um canal, as pessoas também apareciam de barco”, explicou Sophie.
Fonte: Extra