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“Quem não quer ser satirizado fique em casa”, disse Moraes em 2018 – Paulo Figueiredo

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Com pedido de Gilmar Mendes para incluir Zema no Inquérito das Fake News por uma sátira, volta a circular trecho de voto no qual o relator do caso defende a liberdade de crítica

Voltou a circular nas redes sociais um vídeo com um trecho do voto do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no qual defende a liberdade de expressão.

No julgamento de artigos da Lei Eleitoral, em junho de 2018, Moraes disse: “Quem não quer ser criticado, quem não quer ser satirizado fique em casa. Não seja candidato, não se ofereça ao público, não se ofereça para exercer cargos políticos. Essa é uma regra que existe desde que o mundo é mundo”.

Voltou a circular nas redes sociais um vídeo com um trecho do voto do ministro Alexandre de Moraes, do STF, no qual defende a liberdade de expressão. “Quem não quer ser criticado, quem não quer ser satirizado, fique em casa.” pic.twitter.com/mNhxiNfXOA— Revista Oeste (@revistaoeste) April 24, 2026

O vídeo ressurge no momento em que Gilmar Mendes pediu a Moraes para incluir o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) no Inquérito das Fake News. Moraes é o relator do procedimento instaurado há sete anos e considerado ilegal por dezenas de juristas — até a Ordem dos Advogados do Brasil, sempre silente antes as condutas consideradas abusivas do STF, tem pedido o arquivamento do inquérito, que adjetivou como “perpétuo”.

A reação de Gilmar veio depois de Zema postar um vídeo satírico, com fantoches que simulam ministros do STF em diálogo com alusões ao caso do Banco Master.

Na manifestação encaminhada a Moraes, o decano do STF afirmou que o ex-governador extrapolou os limites da crítica política e que o conteúdo “vilipendia não apenas a honra e a imagem do STF, como também da minha própria pessoa”.

Gilmar também disse que o vídeo utilizou recursos tecnológicos para simular falas inexistentes, sendo resultado de “sofisticada edição profissional” e do uso de “avançados mecanismos de deep fake”.

Para Gilmar, o material foi elaborado com o objetivo de desgastar a imagem do Supremo e promover politicamente o ex-governador, pré-candidato a presidente. A sessão que discutiu a Ação Direta de Inconstitucionalidade n° 4.451 foi transmitida pela TV Justiça no canal do YouTube e pode ser assistida aqui.

Crédito Revista Oeste





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