Em entrevista ao programa ALive desta quinta-feira (14), o influencer e youtuber Bruno Monteiro Ayub, o Monark, afirmou que sempre sofreu ataques de pessoas tentando “descaracterizar” sua imagem e que a “máfia mainstream” desvirtuou sua fala sobre nazismo para destruí-lo.
O youtuber explicou que, desde quando o Flow começou, podcast que fundou e do qual não faz mais parte, sofreu “reação adversa do mainstream” pelo seu crescimento e também por dar espaço “aos dois lados políticos”.
“A gente está num modo hoje em que eles [mídia mainstream] querem regular a internet para impedir o discurso público, para que apenas as coisas que sejam agradáveis aos ouvidos do sistema possam ser ditas”, afirmou Monark. “E para que aquelas pessoas que não são coniventes com a estrutura de poder sejam caladas para que não ameacem essa própria estrutura”.
“Eu acho que o Flow meio que ameaçava essa estrutura, porque ele dava espaço aos dois lados políticos e a conversas e papos que não eram interessantes ao mainstream”, completou Ayub.
Em seguida, o influencer disse que, após o crescimento do Flow, “houve uma campanha coordenada por grupos de jornalistas e também pessoas da área da publicidade e influenciadores” contra ele “que pertencem a uma espécie de máfia do mainstream”.
“Todos eles meio que se conhecem, todos eles são pagos pela mesma fonte, que são os mesmos patrocinadores e tudo mais”, destacou. “E eles se juntaram para tentar destruir a minha reputação dia e noite”.
“Muito antes de eu ter que sair do programa e ter todo esse assédio jurídico, sempre houve ataques sociais de pessoas tentando descaracterizar a minha imagem, cancelamentos e tudo mais”, afirmou Monark. “Isso meio que desde o começo do Flow, para ser sincero”.
O youtuber destacou que chegou uma hora em que a máfia conseguiu afetar sua imagem quando ele falou sobre a liberdade de existir e debater, caso as pessoas queiram, um partido nazista no Brasil: “Eu falei uma opinião que é bem controversa aqui no Brasil, porque eu acredito na primeira emenda americana, que é o direito de as pessoas falarem o que elas quiserem e se agremiarem politicamente do jeito que elas quiserem, inclusive pessoas com as quais eu não concordo”.
“A mídia que já queria me destruir pegou essa fala, descaracterizou, para falar como se eu estivesse apoiando o nazismo”, lamentou Monark. “E aí eles foram e pressionaram os patrocinadores, que acabaram pressionando o grupo Flow para que eu saísse, senão eles iam tirar todos os patrocínios e meio que o grupo ia acabar”.
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