Em coletiva após o lançamento de seu plano de governo, o ex-governador Romeu Zema (Novo) foi questionado várias vezes se aceitaria ser vice de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência e, em todas, negou que desistirá do pleito e manteve firmeza nas respostas: “Vou levar a pré-candidatura e candidatura até o final”.
Em uma das respostas feitas nesta tarde (16), o político mineiro também comentou sobre seu diferencial em relação aos demais candidatos da direita nas eleições deste ano. De acordo com Zema, ele é o “único pré-candidato que teve que consertar as barbaridades do PT”.
“Eu assumi um estado arruinado em Minas Gerais em janeiro de [20]19, um estado onde a corrupção corria solta. Um estado cheio de privilégios, de mordomias, de esquemas. Saneamos tudo e entreguei, depois de 7 anos e 3 meses, um estado com as contas em dia”, afirmou o ex-governador. “Sem um escândalo, sem corrupção”.
“E gosto de fazer desafio: eu, que fui governador até 25 dias atrás, sabem quantos parentes eu levei para o governo de Minas? Zero. Eu tenho autoridade para falar desses absurdos, agora o que eu vejo em outros candidatos é o contrário”, afirmou Zema, sem citar nomes.
Mesmo sem citar o candidato, reportagem do jornal Folha de S. Paulo publicada nesta semana, revelou que o ex-governador e candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) deixou ao menos 10 parentes em cargos comissionados em Goiás.