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Manifestação terrorista travestida de movimento estudantil

by admin
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Em entrevista ao programa ALive desta quarta-feira (13), o vereador Adrilles Jorge (União Brasil-SP) afirmou que a greve promovida por estudantes de faculdades públicas de São Paulo e militantes de esquerda são, na verdade, uma manifestação terrorista travestida de movimento estudantil”.

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Na última segunda (11), o parlamentar foi agredido com chutes ao ir a um ato e questionar os participantes sobre o motivo da greve, além de salientar que alunos de faculdades públicas não podem fazer greves.

Adrilles disse que foi ao local apenas para “tentar estabelecer e entabular um diálogo” com os estudantes para saber quais seriam as “reivindicações” deles: “As reivindicações chegam a ser absurdas. E eu falei pra eles: ‘Olha, grevista, a greve é um direito que assiste a trabalhadores. Estudantes não têm direito à greve. Estudantes estudam, sobretudo, são custeados com dinheiro público’”.

“Eles podem fazer reivindicações, mas greve de estudo, você tá tirando o lugar de um estudante potencial que poderia estar lá, na USP, querendo aprender”, afirmou Adrilles, destacando ainda que os militantes ainda “obstruem o direito” de professores e estudantes de assistir às aulas.

“E aí, quando eu fui dizer isso a eles, eu fui impedido da maneira mais torpe possível: levei chutes, socos, pontapés. Eu, que tava com a minha escolta e com um rapaz da minha equipe, fomos cercados, ameaçados de linchamento, ameaçados de espancamento”.

Segundo Adrilles, a reação dos “estudantes” e dos militantes mostra que não se trata de greve, mas sim de “manifestação terrorista travestida de movimento estudantil”: “Agora, quem incita essas pessoas? São os dirigentes da UNE? São alguns professores?”

“Estudantes não podem atender à USP, e, eventualmente, a gente vai lá, a gente vai contestar tudo isso, e a gente leva socos e pontapés, e aí a gente ainda tem que lidar com uma representação de uma vereadora psolista, que tá acusando a gente de provocar os estudantes”, criticou o vereador.

Adrilles ressaltou, em seguida, que o “livre debate, o livre diálogo, a livre contestação são partes inerentes da democracia”: “E a gente, não só como parlamentar, mas como cidadão, tem o direito, mas tem o dever de contestar e interpelar alguém que tá fazendo alguma coisa que parece ser ilícito, né? E é ilícito”.

“E mais ilícito ainda é eles tentarem espancar, quebrarem o nariz do vereador como quebraram o do Rubinho [Nunes], chutarem o peito do vereador como chutaram o meu, e a esquerda mobiliza esse tipo de violência institucionalizada”.

“Eu queria só fazer um tipo de provocação: se fosse uma mulher, se fosse um gay, se fosse um transexual, se fosse um negro tomando um murro na cara ou um chute no peito, o que estaria acontecendo?”, indagou.

“Ou seja, no Brasil, há pessoas que têm o monopólio exclusivo da violência”, criticou Adrilles. “Pode ser um estudante, um militante de esquerda, um ativista transexual, um ativista negro, ou alguém do PT, ou alguém do PSOL. Eles legitimam a violência e ainda culpam o agredido pela agressão”.

“É esse o estado de coisas da idiotia que toma conta do Brasil hoje”, completou.

Adrilles também disse que “é claro” que os atos estudantis que estão acontecendo atualmente são instrumentalizados “por algum tipo de liderança partidária da UNE” ou de algum outro movimento: “Ou seja, juntam exatamente professores doutrinadores, não são todos, claro, mas tem vários professores doutrinadores que incitam [a greve].

“Isso é muito triste. Um professor incitando um aluno a fazer greve. Ou seja, um professor vagabundo que não quer dar aula se “casa” com um aluno que faz greve e assiste”, criticou.

De acordo com Adrilles, o ato estudantil em SP é “apologia da vagabundagem com instrumentos terroristas”: “Se você bem ver o vídeo, tem várias pessoas de balaclava, várias pessoas usando máscara. Para quem que um estudante ou um militante ou um peão de obra vai eventualmente usar uma máscara?”

“As pessoas que me agrediram, as pessoas que agrediram o Rubinho, as pessoas que eventualmente agrediram nós dois vereadores estavam usando máscara”, salientou o parlamentar. “Ou seja, exatamente pela premissa da possibilidade da violência”.

Adrilles destacou ainda que os militantes estavam “com canos nas mãos” e que os atos estão criando uma “espiral de violência, de permissão da violência”: “Chefes estudantis, chefes militantes, professores, peões, pessoas ligadas à UNE, lideranças promoveram um tipo de terror, promoveram e orquestraram uma violência sistematizada [contra ele e Rubinho Nunes]”.

O vereador também disse que não há “disputa ideológica” nas universidades públicas do Brasil, mas sim “imposição ideológica, ideopata e que culmina, inclusive, na perseguição de quem pensa diferente”.

Ele finalizou ainda a privatização da USP, já que a instituição de São Paulo, junto com outras universidades públicas do país, está “sendo tomada por professores, doutrinadores e lideranças políticas que instrumentalizam alguns alunos que eventualmente promovem violência”.

Foto: Reprodução/YouTube @ClaudioDantasOficial

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