Em entrevista ao programa ALive, o influencer e youtuber Bruno Monteiro Ayub, o Monark, disse que, além do caso do MPF processá-lo pela fala sobre nazismo, também é alvo de diversos inquéritos abertos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
“[Me] colocou no inquérito das fake news, no inquérito do 8 de janeiro, inquérito de não sei lá das contas”, criticou o influencer, que também disse que a Justiça brasileira bloqueou R$ 300 mil que estavam na conta dele.
Monark também disse que já foi “condenado à prisão”, em primeira instância, “por chamar o Flávio Dino de gordo”.
Segundo o youtuber, o “lawfare” que sofreu no Brasil acabou o fazendo ir para os EUA por um tempo para produzir conteúdo e ter suas contas bancárias: “Estava claro para mim que, se eu continuasse no Brasil, eles iam fechar o cerco e eu ia acabar ou sendo preso ou tendo todo o meu dinheiro tirado, e não ia ter como eu continuar trabalhando e falando as coisas que eu penso”.
“Então eu decidi ir para os Estados Unidos, ficar um tempo lá, para ver se eu conseguia continuar as coisas de lá”, afirmou Monark.
De acordo com o influencer, sua defesa teve parcial aos inquéritos de que é alvo, mas destacou que eles são “ilegais”: “É meio que o Alexandre de Moraes faz o que ele quiser, do jeito que ele quiser, e é isso”.
“Então eu não tenho muito acesso à informação e não tenho muito como me defender. O que eu fui acusado foi de tentar dar um golpe de Estado e fui acusado de fake news”, afirmou.