Home Nóticias G7: em conversa vazada, Lula defende que ONU recomende urna eletrônica – Paulo Figueiredo

G7: em conversa vazada, Lula defende que ONU recomende urna eletrônica – Paulo Figueiredo

by admin
0 comentário


Em conversa de Lula vazada por microfone, petista diz para chanceler alemão e diretora do FMI que ONU deveria recomendar a urna eletrônica

O presidente Lula aproveitou sua passagem pela cúpula do G7 para defender as urnas eletrônicas e recomendar à ONU o sistema de votação adotado pelo Brasil.

A defesa foi feita pelo petista em conversa nesta quarta-feira (17/6) com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, e com chanceler alemão, Friedrich Merz.

A fala foi captada por câmeras da agência de notícias Associated Press (AP). Nela, Lula diz que o resultado das eleições no Brasil é divulgado rapidamente graças às urnas eletrônicas.

Em seguida, o mandatário brasileiro ressalta que as Nações Unidas deveriam recomendar o sistema de votação adotado pelo Brasil a todos os países do mundo.

“A eleição no Brasil é muito rápida. A votação termina às cinco horas da tarde e, às sete horas da noite, já temos o resultado. São cerca de 60 milhões de votos. Eu não sei por que a ONU não adota o sistema eletrônico como orientação aos países”, diz Lula.

A conversa prossegue. Lula também explica a Merz e a Kristalina que não é permitido entrar na cabine de votação com celular e detalha como funciona o voto na urna eletrônica, com o eleitor digitando o número de seu candidato.

“Não pode entrar com celular. Na urna eletrônica aparece o campo para votação, você digita o número do candidato. O meu número é 13. Então o eleitor digita 13 e aparece a minha foto. Se ele quiser votar em mim, aperta ‘confirma’. Se digitou 13 e eu não sou o candidato dele, aperta o outro botão, o vermelho, apaga e pode votar de novo”, completou o petista.

“Nunca fui esquerdista”

Na mesma conversa, como mostrou a coluna, Lula diz para a chefe do FMI que “nunca foi esquerdista”, após ouvir de Kristalina Georgieva que essa era a expectativa do mundo quando ele foi eleito presidente pela primeira vez, em 2022.

“Mas eu nunca fui esquerdista”, responde Lula. “Eu era um dirigente sindical com uma belíssima relação com o sindicalismo alemão. Tinha uma relação boa com o sindicalismo italiano. Tinha uma relação boa com a UGT da Espanha”, respondeu o presidente.

Crédito Metrópoles



Source link

You may also like

Design sem nome (84)

Sua fonte de notícias para brasileiros nos Estados Unidos.
Fique por dentro dos acontecimentos, onde quer que você esteja!

TV BRAZIL USA- All Right Reserved. Designed and Developed by STUDYO YO