No programa ALive desta quarta-feira (08), o ex-ministro Adolfo Sachsida anunciou, com exclusividade, seu “Projeto Brasil”, iniciativa composta por ele e mais 100 voluntários, como economistas, engenheiros e advogados, com 200 medidas para “ajudar o povo brasileiro“.
As propostas, de acordo com ele, serão disponibilizadas para o próximo presidente da República escolher, caso ache interessante, e aplicar para beneficiar os brasileiros.
“Eu, [e] mais aproximadamente 100 colegas, nós trabalhamos de maneira voluntária, apartidária, escrevendo os atos legais de 200 medidas para consolidar o lado fiscal, aumentar a produtividade, inclusão social, geração de emprego, geração de renda, aumentar a produtividade no Brasil, aumentar a segurança jurídica, desburocratização”, afirmou o ex-ministro de Bolsonaro.
“Já encontramos mais de mil atos burocráticos que não servem pra nada, só oneram a vida do trabalhador e da empresa. Ou seja, primeiro dia de governo, liquida esses atos todos, que não servem pra nada”, defendeu Sachsida.
De acordo com o ex-ministro, as medidas propostas são “executivas” e “legislativas”, mas a maioria é “legislativa”. “Algumas medidas provisórias, outra PEC, tem decreto”, explicou.
Sachsida já anunciou, até o momento, 10 medidas de redução de tributos, como redução do IOF, fim do imposto do pecado e fim do imposto de exportação sobre petróleo. No entanto, o ex-ministro anunciou com exclusividade ao ALive mais uma parte do seu “Projeto Brasil”: que a Reforma Tributária mais recente seja aplicada apenas “até a parte federal”.
“Não avanço na parte estadual. Ou seja, vai até o CBS, não vai pro IBS mais”, explicou o ex-ministro no programa, destacando que os Estados têm “soberania” e têm o “direito federativo de legislar” sobre seus tributos.
Sachsida disse ainda que a principal medida do “Projeto Brasil” é uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) de anistia ampla, geral e irrestrita aos patriotas condenados pelos atos de 8 de Janeiro. “Uma casa não prospera dividida. Precisamos da PEC da pacificação nacional”, defendeu o economista.
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